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Autor: Lucio Rangel
Advogado Consultor e Assessor Jurídico, Professor Mestre em Planejamento e Análise de Políticas, MBA em Gestão de Projetos, Escritor, Palestrante e Pesquisador
O Dia do Planeta Terra e os 526 anos do Brasil: entre memória, consciência e responsabilidade
O dia 22 de abril de 2026 nos convida a uma dupla reflexão histórica e civilizatória. De um lado, celebra-se o Dia da Terra, em sua 56ª edição, com o tema “Nosso Poder, Nosso Planeta”, enfatizando a mobilização coletiva em prol da transição energética, da ampliação das energias renováveis até 2030 e da justiça climática. De outro, marca-se simbolicamente os 526 anos da chegada de Pedro Álvares Cabral à costa baiana, em 1500, data tradicionalmente associada ao chamado “descobrimento” do Brasil, hoje amplamente revisitada pela historiografia crítica. O que se pode dizer que o Brasil foi inventado e nasceu no…
Há algo discretamente transformador em curso no Brasil e não se trata de grandes reformas, mas de um gesto silencioso de que as pessoas estão voltando a ler. O crescimento do número de leitores no ano de 2025, alcançou cerca de 18% da população adulta, o que tal dado não é apenas questão de mercado, mas que se pode considerar um fenômeno cultural. Ou seja, é um sinal de que, em meio à dispersão digital, ainda há espaço para o aprofundamento, para a reflexão e para a formação intelectual das pessoas. Três milhões de novos leitores em um ano não…
A reflexão sobre Deus e a origem do universo ganha novos contornos quando colocada em diálogo com os avanços da física contemporânea. A narrativa científica do cosmos, especialmente a partir do modelo do Big Bang, não se limita a descrever um evento físico inicial, mas abre espaço para questionamentos mais profundos acerca da origem, da ordem e do fundamento da realidade. O Big Bang, longe de ser apenas uma explosão, representa o surgimento do próprio espaço-tempo, da matéria e das leis que regem o universo. Nesse estado primordial, toda a energia estava concentrada em condições extremas, nas quais as distinções…
(Imagem criada por IA) Estamos na Semana Santa, e novamente, cristãos de várias denominações, outras não, preparam-se para celebrar a Páscoa, ou seja, a passagem de Jesus Cristo da morte para a vida eterna na ressurreição. Mas, afinal de contas, como é comemorar a Páscoa nos dias de hoje? Comemorar a Páscoa no século XXI é, antes de tudo, compreender a profundidade histórica e simbólica dessa celebração que atravessa milênios e culturas. Sua origem remonta à tradição judaica, na festa do Pessach (em hebraico: פַּסחָא), que celebra a libertação do povo hebreu da escravidão no Egito — uma passagem da…
Ser inteligente nos dias atuais deixou de ser uma medida de acúmulo de informações para se tornar um exercício de adaptabilidade, pensamento crítico e compromisso ético. Em um mundo saturado de dados, a verdadeira capacidade cognitiva manifesta-se na flexibilidade de desaprender conceitos obsoletos e na coragem de questionar estruturas estabelecidas. No entanto, esse pilar da inteligência moderna — o questionamento — frequentemente esbarra em uma barreira social, pois a indagação lógica é muitas vezes mal interpretada como uma ofensa pessoal por aqueles que fundem suas identidades às suas opiniões. Assim, o indivíduo que exerce o pensamento crítico pode experimentar um isolamento dentro dos grupos, não por arrogância, mas por um compromisso inegociável com a clareza que o ambiente imediato nem sempre está disposto a sustentar.
O texto reflete que a hipótese de vivermos em uma simulação, popularizada por Matrix e inspirada em ideias como a Alegoria da Caverna de Platão, retoma uma antiga inquietação humana sobre a natureza da realidade, agora reinterpretada à luz da tecnologia e da ciência; pensadores como Nick Bostrom sugerem que o real pode ser uma construção computacional coerente, enquanto estudos contemporâneos, como os de Melvin Vopson, levantam hipóteses de que o universo funcione como um sistema informacional, embora haja críticas, como as da Universidade da Colúmbia Britânica, que apontam limites nessa visão; mais do que provar essa teoria, o texto destaca seu valor filosófico ao provocar reflexões sobre o sentido da existência, a ética e o modo como vivemos, alertando para o risco de reduzir a vida a uma lógica de desempenho, e concluindo que, mesmo diante da incerteza entre realidade e aparência, é na consciência, na experiência subjetiva e na busca por sentido que reside aquilo que verdadeiramente importa.
A vida intelectual autêntica não é um subproduto do acúmulo frenético de dados, mas um organismo que nasce na quietude e amadurece no recolhimento. No turbilhão da era da informação, onde o ruído constante fragmenta a atenção, a mente tende a se tornar uma receptora passiva, que se agita na superfície sem jamais tocar o fundo das questões. Para romper essa barreira, é preciso resgatar a arte do silêncio, não apenas como ausência de som, mas como o terreno fértil para a metacognição, que é a capacidade superior de pensar sobre o próprio pensamento. Desenvolver a inteligência exige que o…
O debate sobre Altas Habilidades e Superdotação (AH/SD) ganhou visibilidade recente na internet brasileira, revelando a dificuldade da escola em reconhecer que inteligência muito elevada também exige acompanhamento pedagógico especializado. Ao contrário do imaginário popular, a superdotação envolve não apenas alto raciocínio, mas também grande sensibilidade emocional, podendo gerar vulnerabilidades psicológicas. Nas escolas, muitos desses estudantes permanecem invisíveis, pois se presume que “aprendem sozinhos”, o que pode levar à desmotivação e ao fracasso escolar.
(Imagem gerada por IA) Todo ano, faço uma lista dos melhores livros, filmes e músicas que gostei no período correspondente, ou seja, dos livros que li, dos filmes que assisti e das músicas que ouvi e curti muitas vezes que consto no meu Canal Lúcio Rangel Ortiz no Youtube e nas redes sociais do Facebook e Tik Tok. A lista cultural de 2025 revela muito mais do que preferências artísticas: ela traduz, na minha perspectiva, o espírito de uma época marcada por tensões, incertezas e, paradoxalmente, uma insistente busca por sentido. Cinema, literatura e música parecem dialogar entre si como…
O ensino superior brasileiro enfrenta um desafio estrutural que vai além da ampliação de vagas. Apesar do crescimento no número de matrículas, o sistema convive com alta evasão, desigualdade regional, dificuldades de permanência e questionamentos sobre qualidade.
O texto analisa o baixo desempenho do Brasil em matemática e leitura, evidenciado por avaliações como o PISA, e relaciona esses resultados ao problema estrutural do analfabetismo funcional. Destaca que a deficiência em raciocínio lógico e interpretação de texto compromete não apenas a formação escolar, mas também o desenvolvimento econômico, tecnológico e social do país. Argumenta que a dificuldade em matemática limita a inovação, a competitividade e a soberania nacional.
(Imagem criada por IA) Em boa hora, surgem vozes altamente preocupadas com o desenvolvimento civilizatório do país. Jornalistas, bacharéis em filosofia, cientistas sociais e até quitandeiros convocam o Brasil a refletir sobre a urgência de códigos de conduta profissionais, semelhantes aos que regem o Judiciário e o Supremo Tribunal Federal. A proposta soa nobre. O problema é o espelho. A depuração moral do país, se levada a sério, exigiria começar pelo básico: quem pode ser dono de empresas de comunicação no Brasil? A lei veta estrangeiros, mas permite que condenados por corrupção, peculato ou estelionato controlem verdadeiras máquinas de produção…
