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O turismo doméstico consolidou sua liderança sobre o mercado brasileiro de viagens em 2025. As viagens nacionais responderam por 77,9% da receita das operadoras no ano, segundo o Anuário Braztoa 2026, enquanto o interesse do brasileiro por destinos dentro do país alcançou o maior patamar em quatro anos, de acordo com pesquisa da Opinion Box. O avanço redesenha o público da hotelaria nacional.

Levantamento do Prêmio Consumidor Moderno de Excelência em Serviços ao Cliente, feito pela CX Brain em parceria com a Seu Cliente Oculto, aponta nota média de 49 pontos (em uma escala de 0 a 100) para os canais de atendimento no Brasil. Mesmo com a adoção de inteligência artificial saltando de 37% para 56% em um ano, 74% dos consumidores dizem que o atendimento piorou e 65% abandonam uma marca após uma única experiência ruim.

Levantamento do CX Trends 2026, da Opinion Box em parceria com a Octadesk, mostra que 63% dos consumidores brasileiros consideram essencial poder ser transferidos para um atendente humano mesmo quando a interação começa por inteligência artificial. O dado antecipa um dos eixos centrais do Conarec 2026, considerado o maior evento de experiência do cliente do mundo, que ocorre em setembro na capital paulista.

De acordo com levantamento da 8D Hubify, com base em dados do Google Trends e metodologia própria de projeção de interesse, as buscas por “RevOps” no Brasil vêm crescendo ano após ano. O índice anual de interesse saiu de 55 pontos em 2023 e, em 2026, o índice pode chegar a 940 pontos, crescimento projetado de 229% em relação ao ano anterior. Nesse contexto, o RevOps Summit, chega a sua terceira edição no dia 14 de outubro.

O curso de Direito soma 652,9 mil matrículas no Censo da Educação Superior de 2024, do Inep, e a correspondência jurídica surge como caminho de experiência antes da formatura. Priscila Pinheiro e Gian Nunes, do Correspondente Dinâmico, explicam quais atividades já podem ser assumidas por estudantes e como o cadastro na plataforma conecta profissionais a demandas em todo o país.

Empresas brasileiras revisam a dependência de plataformas globais após o reajuste tarifário da Meta para a API do WhatsApp, que passou a cobrar por mensagens receptivas. A mudança transforma o atendimento ao cliente em um custo imprevisível. Especialistas recomendam a transição para ativos digitais próprios, como sites corporativos e automações nativas, garantindo o controle dos dados, o fim das taxas por conversa e a proteção do caixa das empresas.