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A estratégia da Mari Gelinski Store de substituir siglas de tamanho por termos de afirmação positiva impulsionou o crescimento da marca, que saltou de R$ 92 mil em 2021 para R$ 4,2 milhões em 2025. Ao integrar engenharia têxtil com uma comunicação focada na autoestima, a empresa exemplifica a tendência do “emotional commerce”, priorizando a humanização na jornada de compra para fidelizar clientes em um setor cada vez mais competitivo.

O e-commerce brasileiro registrou 2,3 milhões de tentativas de fraude em 2025, com potencial de prejuízo de R$ 2,4 bilhões. Sistemas baseados em regras fixas bloqueiam transações legítimas a um custo que pode superar o das fraudes que tentam evitar. A inteligência artificial comportamental surge como alternativa para calibrar o antifraude por nicho e ticket, reduzindo bloqueios indevidos e aumentando a taxa de aprovação.

A Mundial Logistics lançou uma solução de inteligência artificial para o trade marketing que integra dados de estoque, campanhas e execução no ponto de venda em tempo real. A tecnologia permite antecipar rupturas, reduzir desperdícios e otimizar decisões operacionais, gerando até 40% mais eficiência. A ferramenta também amplia a visibilidade da cadeia logística e contribui para o aumento das vendas no varejo.

O encerramento das atividades da Elo7, plataforma que durante anos foi uma das principais referências do comércio eletrônico de produtos artesanais e personalizados no Brasil, levou milhares de vendedores a reorganizar suas operações digitais. Com a descontinuação do serviço, lojistas passaram a buscar alternativas para manter seus catálogos ativos, preservar avaliações de clientes e evitar interrupções nas vendas.

A busca por eficiência no “last mile” eleva a procura por galpões urbanos no Brasil. Com o setor de comércio eletrônico projetado para faturar R$ 259,8 bilhões em 2026, companhias investem em infraestrutura estratégica para reduzir prazos de entrega e custos, adequando espaços de armazenagem à realidade atual.