É inadmissível o que vem acontecendo no plantão da Unimed em Franca. Nesta semana, presenciei uma situação revoltante: um pai chegou por volta das 19h com seu filho passando mal, vomitando há horas. Mesmo diante dessa condição evidente, às 20h30, quase uma hora e meia de espera, eles ainda não haviam sido atendidos. Durante todo esse tempo, a criança continuava vomitando no local, sem qualquer prioridade no atendimento. Estamos falando de um serviço pago — e caro — que deveria oferecer o mínimo: dignidade, respeito e agilidade em momentos de urgência. Ficar horas e horas aguardando atendimento já é absurdo por si só. Agora, ignorar casos que claramente exigem atenção imediata é uma falha grave, que coloca a saúde das pessoas em risco. A Unimed precisa urgentemente rever seus protocolos de triagem e atendimento no plantão de Franca. Situações como essa não podem se tornar rotina. Quem paga plano de saúde não está pedindo privilégio — está exigindo um direito básico: ser atendido com humanidade quando mais precisa.
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