Close Menu
Portal FNTPortal FNT

    Subscribe to Updates

    Get the latest creative news from FooBar about art, design and business.

    Construção civil adota soluções mais sustentáveis em 2026

    5 de maio de 2026

    Brasil envelhece e demanda por tratamentos de retina dispara

    5 de maio de 2026

    Empresa brasileira conquista designação AWS MSP Partner

    5 de maio de 2026
    Facebook X (Twitter) Instagram YouTube WhatsApp
    FNT no Fato
    • Construção civil adota soluções mais sustentáveis em 2026
    • Brasil envelhece e demanda por tratamentos de retina dispara
    • Empresa brasileira conquista designação AWS MSP Partner
    • Risco no trânsito sobe 2,4% em 2024, aponta estudo do ONSV
    • Venda por especialidade impulsiona e-commerce da saúde
    • Beleza natural impulsiona medicina estética
    • IMOBMEET CRM automatiza recebíveis e reduz inadimplência
    • Design e tecnologia aquecem mercado de eletrodomésticos
    • Clínica Alma inaugura nova sede no ABC Paulista
    • Empresas ampliam uso de seguro contra riscos gerais
    Portal FNTPortal FNT
    • Home
    • Cairo Still
    • Sem Travas
    • Local
    • Familia Verzola
    • HUMANARTE
    • Mulher Q Empreende
    • Fato Esportivo
    • Porça News
    • Agora Franca
    • Intelecto Saber
    • +Colunas
      • Sociedade Organizada
      • Rádio FNT
      • Região
      • Viva Saudável
      • Edgar Ajax
      • Vitamina Podcast
      • Cultura
      • Brasil
      • Cultura
      • Tecnologia
      • Natureza Online
      • Still Audiovisuais
      • Uma Palavra de Fé
      • NOTÍCIAS CORPORATIVAS
    Portal FNTPortal FNT
    Início » Risco no trânsito sobe 2,4% em 2024, aponta estudo do ONSV
    Notícias Corporativas

    Risco no trânsito sobe 2,4% em 2024, aponta estudo do ONSV

    DINOBy DINO5 de maio de 2026
    Risco no trânsito sobe 2,4% em 2024, aponta estudo do ONSV
    Risco no trânsito sobe 2,4% em 2024, aponta estudo do ONSV

    O Brasil registrou taxa de 28,04 mortes por bilhão de quilômetros percorridos no trânsito em 2024, alta de 2,4% em relação a 2023 — resultado do aumento de 6,7% no número de mortes no trânsito e de 4,2% na quilometragem total percorrida no país. No entanto, o índice é 45,45% menor do que o registrado em 2011. A série histórica do indicador mostra queda até 2019, aumento em 2020 e 2021 e nova redução em 2022 e 2023 antes da alta registrada em 2024.

    Os dados são do Observatório Nacional de Segurança Viária (ONSV), divulgados em março de 2026. A taxa de mortes por bilhão de quilômetros percorridos é calculada a partir da relação entre a distância estimada percorrida — com base no consumo de combustíveis automotivos informado pela Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP), convertida em quilômetros — e o número de óbitos no trânsito, obtidos junto ao Ministério da Saúde.

    Paulo Guimarães, CEO do Observatório Nacional de Segurança Viária, avalia que, mesmo dentro de uma tendência histórica de queda, o aumento registrado em relação a 2023 não pode ser relativizado. Para ele, isso revela uma ruptura pontual em uma trajetória de melhoria — ainda que a tendência de longo prazo seja de queda —, e a leitura correta não é de retrocesso estrutural, mas de fragilidade do sistema.

    "Oscilações como essa demonstram que os avanços obtidos não estão consolidados e que o país ainda opera sem um sistema de segurança viária suficientemente resiliente. Tecnicamente, o que ocorreu foi um crescimento das mortes superior ao aumento da exposição, o que resultou na elevação do risco. Isso significa que não estamos apenas nos deslocando mais, estamos nos deslocando de forma mais perigosa", analisa o CEO.

    Desigualdades regionais e risco por modo de transporte

    O executivo observa que as desigualdades regionais apontadas pelo estudo não são aleatórias. Segundo ele, elas refletem níveis distintos de maturidade institucional e de organização do sistema de mobilidade, com estados com melhores resultados combinando infraestrutura mais qualificada, maior capacidade de fiscalização, políticas públicas contínuas e melhor resposta pós-sinistro.

    "Os estados com piores indicadores enfrentam fragilidades estruturais nesses mesmos pilares. Outro fator crítico é a dependência maior da motocicleta como solução de mobilidade e trabalho em regiões mais vulneráveis. Em síntese, não estamos diante apenas de um problema de trânsito, mas de um problema sistêmico de desigualdade na gestão do risco", afirma Guimarães.

    Em 2024, 18 estados apresentaram taxas de mortes por bilhão de quilômetros percorridos superiores à média nacional, ocupando baixas posições no ranking nacional. Os estados da Região Nordeste continuam concentrando as maiores taxas do país. Em um recorte de modo de transporte, o estudo revela que os motociclistas são o grupo mais vulnerável, com o risco de morte mais alto — cerca de 3,6 vezes superior ao dos ocupantes de automóveis.

    Segundo o especialista, este é um problema estrutural e não apenas uma questão de comportamento individual. "É fundamental deixar claro que isso não pode ser reduzido a um único fator, como o motofrete. Trata-se de um fenômeno sistêmico. É um modelo de mobilidade que, na prática, empurra uma parcela significativa da população para o modo mais vulnerável do sistema".

    O CEO lembra que a motocicleta, no Brasil, cumpre um papel social e econômico, como o veículo mais acessível para aquisição, uma alternativa para redução do custo de transporte das famílias e, cada vez mais, uma ferramenta de trabalho. "Isso resulta em maior exposição, mais tempo nas vias, em condições muitas vezes adversas, somada à baixa proteção física já inerente ao modo".

    Guimarães acredita que a resposta a este problema precisa ser mais ampla e estruturada, passando por qualificação e formação de condutores, melhoria da infraestrutura viária com foco em segurança, fiscalização mais inteligente e, principalmente, por políticas públicas que enfrentem a lógica atual de acesso à mobilidade.

    Políticas públicas e desafios para adoção da metodologia

    Para o executivo, a métrica mortes por bilhão de quilômetros percorridos pode contribuir para a formulação de políticas públicas mais eficientes porque muda o ponto de partida da decisão pública. "Ao invés de olhar apenas para o volume de mortes, o gestor passa a analisar risco por exposição, e isso permite identificar onde o sistema é mais perigoso, independentemente do tamanho da população ou da frota".

    O especialista explica que os indicadores tradicionais, como mortes por 100 mil habitantes ou por tamanho da frota, ignoram a variável mais relevante para o risco: a exposição. Segundo ele, a taxa de mortes por quilômetro percorrido corrige essa distorção ao incorporar a distância viajada como medida direta de exposição ao risco.

    O estudo do Observatório Nacional de Segurança Viária indica que diversos países realizam o acompanhamento de seu desempenho na segurança viária por meio desta métrica, que leva em consideração o nível de mobilidade da população. A entidade a considera mais apropriada para avaliar o risco de morte no trânsito.

    "Na prática, isso qualifica a priorização de investimentos, evita alocação ineficiente de recursos e permite avaliar com maior precisão se uma política está, de fato, reduzindo o risco. Sem esse tipo de indicador, há um risco real de se comemorar reduções que, na verdade, não representam melhoria efetiva na segurança", defende o especialista.

    De acordo com o CEO do ONSV, os principais desafios para que essa metodologia seja adotada de forma mais ampla no país são a ausência de dados consolidados de quilometragem percorrida e o fator institucional. "Incorporar indicadores mais sofisticados exige capacidade técnica e, sobretudo, mudança de cultura na gestão pública. O maior risco não é metodológico, é decisório", conclui Paulo Guimarães.

    Para mais detalhes sobre a pesquisa, basta acessar o estudo completo: https://www.onsv.org.br/estudos-pesquisas/taxa-de-mortes-por-bilhao-de-quilometros-percorridos-2024.

    Mais informações também estão disponíveis no site oficial do ONSV: https://www.onsv.org.br/

    DUAS RODAS MOBILIDADE POLÍTICAS QUATRO RODAS SAÚDE E BEM-ESTAR

    Related Posts

    Construção civil adota soluções mais sustentáveis em 2026

    5 de maio de 2026

    Brasil envelhece e demanda por tratamentos de retina dispara

    5 de maio de 2026

    Empresa brasileira conquista designação AWS MSP Partner

    5 de maio de 2026
    -Clique e ouça
    Posts Recentes
    • Construção civil adota soluções mais sustentáveis em 2026
    • Brasil envelhece e demanda por tratamentos de retina dispara
    • Empresa brasileira conquista designação AWS MSP Partner
    • Risco no trânsito sobe 2,4% em 2024, aponta estudo do ONSV
    • Venda por especialidade impulsiona e-commerce da saúde
    Sobre nós

    Sua fonte para as notícias de qualidade, sem tendências políticas e ideológicas, a verdade sem manipulação. “Jornalismo Raiz”.

    Aceitamos sugestões de pauta.

    Envie-nos um e-mail: jornalismo@fatonoato.com.br

    Facebook Instagram YouTube
    Fato no Insta e Face
    • Instagram
    • Facebook
    Veja Também
    Entretenimento

    Show do Sorriso Maroto em Franca conta com quatro setores e promete grande edição

    By Cairo Still

    Os ingressos já estão à venda e podem ser adquiridos antecipadamente no site Q2 Ingressos…

    Franca recebe Sorriso Maroto no dia 8 de maio; ingressos já estão à venda

    28 de abril de 2026

    Agrishow: Prodesp apresenta solução que agiliza licenciamento ambiental e reduz burocracia nos municípios

    27 de abril de 2026

    Ponte que liga São José da Bela Vista a Nuporanga começa a sair do papel

    27 de abril de 2026
    Arquivos
    • maio 2026
    • abril 2026
    • março 2026
    • fevereiro 2026
    • janeiro 2026
    • dezembro 2025
    • novembro 2025
    • outubro 2025
    • setembro 2025
    • agosto 2025
    • julho 2025
    • junho 2025
    • maio 2025
    • abril 2025
    • março 2025
    • fevereiro 2025
    • janeiro 2025
    • dezembro 2024
    • novembro 2024
    • outubro 2024
    • setembro 2024
    • agosto 2024
    • julho 2024
    • junho 2024
    • maio 2024
    • abril 2024
    • março 2024
    • fevereiro 2024
    • janeiro 2024
    • dezembro 2023
    • novembro 2023
    • outubro 2023
    • setembro 2023
    • agosto 2023
    • julho 2023
    • junho 2023
    • maio 2023
    • abril 2023
    • março 2023
    • fevereiro 2023
    • janeiro 2023
    • dezembro 2022
    • novembro 2022
    • outubro 2022
    • setembro 2022
    • agosto 2022
    • julho 2022
    • junho 2022
    • maio 2022
    • abril 2022
    • março 2022
    • fevereiro 2022
    • janeiro 2022
    © 2026 ThemeSphere. Designed by Grupo Rádio Empresa Brasil.

    Type above and press Enter to search. Press Esc to cancel.