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O uso de inteligência artificial na análise combinada de imagens médicas, exames laboratoriais e dados clínicos tem ampliado a capacidade de prever riscos cardiovasculares. Segundo Hugo Raposo, ex-arquiteto-chefe do Ministério da Saúde da Província de Ontário, no Canadá, essas ferramentas atuam como sistemas de suporte à decisão clínica, fortalecendo análises baseadas em dados.

O avanço de novos medicamentos contra a obesidade, como os agonistas de GLP-1, pode ajudar a reduzir os custos do SUS no longo prazo. Ao promover perda de peso significativa, essas terapias contribuem para prevenir e controlar doenças associadas, como diabetes tipo 2 e problemas cardiovasculares, que geram internações e tratamentos caros.