Franca não pode continuar refém da política de ocasião. A cada eleição, surgem discursos ensaiados, promessas grandiosas e visitas estratégicas de quem aparece apenas quando precisa de votos — depois, some sem deixar trabalho, presença ou resultado concreto. Enquanto isso, a cidade segue perdendo espaço, investimentos e oportunidades que poderiam fortalecer a saúde, a infraestrutura, a educação e o desenvolvimento regional. O problema não é de origem geográfica de candidato, mas de compromisso real com Franca. Quem busca apoio precisa mostrar trabalho, presença constante e responsabilidade com aquilo que prometeu. Política sem retorno à população é só oportunismo eleitoral disfarçado de representação. Consciência política é memória, critério e cobrança. Franca merece ser tratada com respeito — não como curral eleitoral de temporada.
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