É revoltante ver a demora e a burocracia envolvendo a disponibilização de vacinas contra a bronquiolite para crianças. Enquanto famílias enfrentam o risco de internações e complicações causadas por doenças respiratórias, a Prefeitura e o Governo do Estado de São Paulo parecem incapazes de agir com a urgência que a situação exige. A sensação que fica para a população é de descaso: vacinas correm o risco de perder a validade e serem descartadas, enquanto milhares de crianças poderiam estar protegidas. Saúde pública deveria ser prioridade absoluta, mas o que se vê é excesso de burocracia, falta de planejamento e pouca sensibilidade diante das necessidades da população. Quando a prevenção é deixada de lado, quem paga a conta são as famílias e, principalmente, as crianças mais vulneráveis.
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