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    Início » Entre o Espetáculo, a Consciência e a Esperança
    Intelecto Saber

    Entre o Espetáculo, a Consciência e a Esperança

    Lucio RangelBy Lucio Rangel1 de março de 2026Updated:1 de março de 2026

    (Imagem gerada por IA)

    Todo ano, faço uma lista dos melhores livros, filmes e músicas que gostei no período correspondente, ou seja, dos livros que li, dos filmes que assisti e das músicas que ouvi e curti muitas vezes que consto no meu Canal Lúcio Rangel Ortiz no Youtube e nas redes sociais do Facebook e Tik Tok.

    A lista cultural de 2025 revela muito mais do que preferências artísticas: ela traduz, na minha perspectiva, o espírito de uma época marcada por tensões, incertezas e, paradoxalmente, uma insistente busca por sentido. Cinema, literatura e música parecem dialogar entre si como se respondessem à mesma pergunta silenciosa: como viver com esperança num mundo saturado de crises, informação e memória histórica ainda em aberto?

    No cinema, percebe-se uma forte presença do imaginário heróico. A nova releitura de Superman (dirigido por James Gunn e estreado por David Corenswet) simboliza o retorno de um arquétipo clássico: a esperança como força moral. Em meio à saturação do gênero, a tentativa de humanizar o mito revela a necessidade contemporânea de heróis menos inalcançáveis e mais vulneráveis. Movimento semelhante ocorre com Quarteto Fantástico: Primeiros Passos (com Pedro Pascal como Sr. Fantástico Reed Richards, Vanessa Kirby como Mulher Invisível Sue Storm, Joseph Quinn como Tocha Humana Johnny Storm e Ebom Moss-Bachrac como Coisa Ben Grimm) que busca recuperar o espírito científico e familiar que marcou a origem da equipe, numa era em que ciência e laços afetivos voltam ao centro das discussões sociais. Assim como produção mais irreverente, como Deadpool & Wolverine (Ryan Reinolds e Hugh Jackman), opera na chave da autoconsciência: o humor ácido e a metalinguagem funcionam quase como uma crítica interna ao próprio excesso de super-heróis nas telas. Em contraponto, mergulha-se na estética sombria de O Batman, mais investigativo e com trama alucinante policial. Assim, pode-se dizer que o cinema em 2025 demonstrou mais do que espetáculo: quis densidade psicológica e reflexão moral.

    Aquaman: O Reino Perdido mantém a exuberância estética que marcou o primeiro filme. O universo submarino continua visualmente hipnótico, com cenários grandiosos, criaturas fantásticas e uma paleta cromática vibrante que transforma a narrativa quase em uma experiência sensorial. Há coerência estética e um compromisso com o entretenimento puro: o filme sabe que seu público busca ação, fantasia e ritmo acelerado.

    Já Flash opta por outro caminho ao explorar o conceito de multiverso e nostalgia. O filme se constrói sobre a ideia de que o tempo pode ser revisitado e que escolhas individuais alteram o curso da história. Essa premissa oferece um terreno fértil para reflexão sobre responsabilidade, perda e amadurecimento. Há momentos de forte apelo emocional, especialmente quando o protagonista confronta suas motivações pessoais. Em ambos os casos, percebe-se um traço comum: o esforço da DC em dialogar com a memória afetiva do público ao mesmo tempo em que tenta reposicionar seu universo cinematográfico. “Aquaman: O Reino Perdido” aposta na continuidade do espetáculo consolidado; “Flash” arrisca-se na reinvenção temporal. Um reafirma a fórmula, o outro tensiona sua própria lógica interna.

    Ainda assim, o entretenimento épico não dominou sozinho. Obra como Oppenheimer, dirigida por Christopher Nolan, interpretado pelo ator Cillian Murphy, eleva o debate ao plano ético e filosófico, colocando a ciência diante do tribunal da consciência moral. Já no filme Ainda Estou Aqui, inspirado na obra de Marcelo Rubens Paiva, insere-se no campo do cinema de memória, evocando resistência, identidade e direitos humanos no contexto político brasileiro, tendo Fernanda Torres interpretando a personagem principal Eunice Paiva e dirigido por Walter Salles. As cinebiografias Raul Seixas: Eu Sou e Mussum, o Filme reforçam essa valorização da memória cultural, resgatando trajetórias que dialogam com contracultura, humor popular e afirmação identitária.

    (Fonte da Imagem: https://pt.wikipedia.org/wiki/Ainda_Estou_Aqui_(filme_de_2024))

    Na literatura, essa busca por profundidade torna-se ainda mais evidente. A presença de obras como A Revolução Existencial do escritor filósofo Alexandro Grubber e Como aprendi pensar do filósofo renomado Luiz Felipe Pondé indicam uma leitura interessada em compreender o vazio moderno e reconstruir criticamente sua própria formação intelectual. O diálogo acessível de Felicidade: modos de usar de Mário Sérgio Cortella, Leandro Karnal e Luiz Felipe Pondé amplia o alcance da filosofia em alcançar a filosofia com reflexões éticas, enquanto o livro Em busca de nós mesmos do filósofo jornalista Clóvis de Barros Filho provoca reflexões sobre identidade e propósito em linguagem comunicativa e direta.

    A densidade teórica aparece com força em Pedagogia da Esperança com Paulo Freire, que reafirma a educação como prática libertadora, e na obra A Ideia de Justiça de Amartya Sen, cuja proposta de justiça comparativa desloca o debate do plano ideal para o campo das realizações concretas. O diálogo entre filosofia e educação é aprofundado no livro A Autonomia e a Educação em Immanuel Kant e Paulo Freire de Vicente Zatti, enquanto o livro Ideias para adiar o fim do mundo de Ailton Krenak (escritor indígena que ocupa Cadeira na Academia Brasileira de Letras) tensiona o modelo civilizatório moderno com uma crítica ecológica e existencial. A espiritualidade, por sua vez, encontra espaço em Dilexit Nos (Encíclia do Papa Francisco) e Dilexit Te (Carta Apostólica do Papa Leão XIV), que reafirmam o amor como fundamento ético e comunitário. Esses livros não apenas informam, mas convocam à transformação interior.

    (Fonte da imagem: https://www.instagram.com/alexandro_gruber/)

    Em relação as músicas, ora, a música arte completa esse retrato cultural com uma tonalidade afetiva e espiritual. O encontro da música Fé (Caetno Veloso e Maria Bethania) simboliza maturidade artística e transcendência poética, enquanto Que Deus me Livre (Xande de Pilares e André da Mata) traduz a religiosidade popular em linguagem cotidiana. Há leveza e positividade em Que Seja de Alegria (Victor Kley), mas também identidade social e ancestralidade em Onda (Mano Brown, Rael e Dom Filó). A espiritualidade nordestina ecoa em Deus me Proteja (Chico César) enquanto artistas internacionais com as músicas A Prayer of Peace (Rihanna), Hold me (Eminem e Teddy Swims), Up from the Botton (Linkin Park) e I just might (Bruno Mars) reafirmam temas como paz, simplicidade, superação e amor. E, por fim, Quédate otra vez (Tiago Iorc e Kany García), é a versão romântica da música brasileira “Amei te ver” em espanhol, que exala o amor apaixonado.

    (Fonte da Imagem: https://uaimariabethania.com.br/fe-a-primeira-faixa-do-tao-sonhado-album-da-turne-caetano-bethania/)

    O conjunto da lista aponta para um dado significativo: 2025 não foi apenas o ano do espetáculo ou da nostalgia, mas o ano da busca por estabilidade emocional e densidade ética. Há uma referência de heróis, mas também a compreensão da própria consciência. Busca entretenimento, mas não abre mão de memória histórica. E canta o amor e a fé como quem procura abrigo num tempo instável.

    Se houvesse uma síntese possível, poderia dizer que a cultura de 2025 gravita em torno de uma esperança reflexiva, uma esperança que não ignora as sombras, mas que insiste em iluminá-las com consciência, memória e espiritualidade.

    Lúcio Rangel Ortiz é escritor, advogado, professor de filosofia, sociologia e matemática e colunista do Portal FNT – Intelecto Saber.

    LISTA CONFORME APRECIAÇÃO CRÍTICA

    MELHORES FILMES 2025

    1º. Eu ainda estou aqui

    2º. Superman

    3º. Quarteto Fantástico: Primeiros Passos

    4º. Oppenheimer

    5º. Deadpool & Wolverine

    6º. Flash

    7º. Aquaman: o Reino Perdido

    8º. Raul Seixas: Eu Sou

    9º. Mussum, o filme

    10º. O Batman

    MELHORES LIVROS 2025

    1º. A Revolução Existencial – Alexandro Grubber

    2º. Como aprendi a pensar – Luiz Felipe Pondé

    3º. Felicidade: modos de usar – Mário Sérgio Cortella, Leandro Karnal e Luiz Felipe Pondé

    4º. Em busca de nós mesmos – Clóvis de Barros Filho

    5º. Pedagogia da Esperança – Paulo Freire

    6º. A ideia de Justiça – Amartya Sena

    7º. A autonomia e a educação em Immanuel Kant e Paulo Freire – Vicente Zatti

    8º. Ideias para adiar o mundo – Airton Krenak

    9º. Dilexit nos – Papa Francisco

    10º. Dilexit Te – Leão XIV

    MELHORES MÚSICAS

    1º. Fé – Caetano Veloso e Maria Bethânia

    2º. Que Deus me livre – André e Xande de Pilares

    3º. Que seja de alegria – Vitor Kley

    4º. Onda – Mano Brown, Rael e Dom Filó

    5º. Deus me proteja – Chico César

    6º. A prayer of peace – Rihanna

    7º.  Hold me – Eminem e Teddy Swims

    8º. Up from the Botton – Linkin Park

    9º. I just might – Bruno Mars

    10º. Quédate otra vez – Tiago Iorc e Kany Garcia

    cinema Cultura LITERATURA Música

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