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Operações com múltiplos turnos e alta rotatividade tornam a gestão manual de escalas insustentável; Adelino Silva, Development Support Manager da SISQUAL® WFM, empresa de tecnologia para gestão da força de trabalho, explica como softwares de Workforce Management (WFM) equilibram custo, produtividade e bem-estar das equipes.

Com a propaganda eleitoral em curso, campanhas incorporam inteligência artificial, CRM político, dados territoriais e gestão de lideranças. Com 16 anos de atuação, o EleitorWEB acompanha essa transformação e amplia o uso de IA na operação, enquanto modelos white label levam infraestrutura tecnológica a agências e consultorias.

A inteligência artificial inaugura um novo ciclo nas Câmaras Municipais. Sistemas que marcaram a informatização do Legislativo já não acompanham o ritmo da evolução tecnológica, enquanto capacitações virtuais tornam desnecessários muitos gastos com passagens, diárias e hospedagens. O antigo “Interlegis Tour” dá lugar ao conhecimento em rede — e o Interlegis enfrenta o desafio de se reinventar.

A implementação da Reforma Tributária exige a adequação da arquitetura tecnológica e dos sistemas legados das empresas antes de 2027. Com o mecanismo de split payment e a validação de créditos fiscais em tempo real, softwares antigos passam a representar risco operacional e de caixa. O processo demanda rastreabilidade total das operações, fim do processamento em lote e reestruturação dos modelos de receita no setor de software e TI.

SecPower iniciou a produção de baterias LFP na unidade de Cambuí (MG) em agosto de 2026, com linha de 4 mil m² capaz de gerar até 396 MWh anuais — cerca de 24 mil unidades —, conforme o mix e regime de operação. A iniciativa faz parte da estratégia de verticalização da empresa, que também fabrica painéis elétricos e oferece engenharia, integração e serviços de campo para sistemas de armazenamento de energia

Social commerce amplia sua presença no varejo brasileiro ao integrar descoberta de produtos, conteúdo e compra nas redes sociais. Pesquisa da Adyen mostra que 55% dos brasileiros já utilizam essas plataformas como canal de compras, enquanto novos formatos, como vídeos compráveis e transmissões ao vivo, ampliam as possibilidades para marcas e varejistas.

O consumidor não compara apenas produtos e preços. Cada vez mais, também compara quando e como vai receber a compra, e é isso que está levando o e-commerce brasileiro a repensar onde guardar o estoque e como despachar cada pedido. O que antes era estratégia exclusiva dos grandes marketplaces agora chega às lojas de médio porte por modelos compartilhados, permitindo crescer sem reproduzir sozinhas essa estrutura.