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O texto problematiza a chamada “crise dos intelectuais”, mostrando que o esvaziamento institucional das ciências humanas não significa desinteresse social pelo pensamento crítico. Critica a lógica mercadológica que desvaloriza a reflexão profunda e favorece soluções simplistas, como a indústria da autoajuda e do coaching sem base científica. Aponta os riscos da positividade tóxica e da responsabilização individual do sofrimento, ignorando fatores estruturais e emocionais. Destaca que o pensamento crítico migrou para fora das universidades, ocupando novos espaços de circulação das ideias. Conclui que recuperar o valor do pensar reflexivo é uma exigência civilizatória diante do avanço do negacionismo e da superficialidade.