Close Menu
Portal FNTPortal FNT

    Subscribe to Updates

    Get the latest creative news from FooBar about art, design and business.

    CGTN: Por que a economia da China está se mantendo estável? A província de Jiangsu tem a resposta

    7 de março de 2026

    As mentes invisíveis da escola

    7 de março de 2026

    Dfns Launches Payouts

    6 de março de 2026
    Facebook X (Twitter) Instagram YouTube WhatsApp
    FNT no Fato
    • CGTN: Por que a economia da China está se mantendo estável? A província de Jiangsu tem a resposta
    • As mentes invisíveis da escola
    • Dfns Launches Payouts
    • ‘Arrastão da Dengue’ será na Região Sul neste sábado; casos da doença já são mais de 300 neste ano
    • Nove jogos abrem a rodada da Copa Franca de Basquete
    • Previsão do tempo para sábado (07), e domingo (08) em SP: risco de temporais
    • Bom Prato fica fechado em Franca e em outras cinco cidades neste fim de semana
    • Operação contra condenados pela Lei Maria da Penha tem 282 presos e apreensão de fuzil em SP
    • Consultor financeiro 360° ganha espaço no mercado financeiro
    • Assembleia Legislativa de MG homenageia Cartão de TODOS
    Portal FNTPortal FNT
    • Home
    • Cairo Still
    • Sem Travas
    • Local
    • Familia Verzola
    • HUMANARTE
    • Mulher Q Empreende
    • Fato Esportivo
    • Porça News
    • Agora Franca
    • Intelecto Saber
    • +Colunas
      • Sociedade Organizada
      • Rádio FNT
      • Região
      • Viva Saudável
      • Edgar Ajax
      • Vitamina Podcast
      • Cultura
      • Brasil
      • Cultura
      • Tecnologia
      • Natureza Online
      • Still Audiovisuais
      • Uma Palavra de Fé
      • NOTÍCIAS CORPORATIVAS
    Portal FNTPortal FNT
    Início » Psicopatologização da vida cotidiana cresce e levanta debates
    Notícias Corporativas

    Psicopatologização da vida cotidiana cresce e levanta debates

    DINOBy DINO7 de fevereiro de 2025
    Psicopatologização da vida cotidiana cresce e levanta debates
    Psicopatologização da vida cotidiana cresce e levanta debates

    Uma análise da Folha, baseada em dados da Rede de Atenção Psicossocial (RAPS) do Sistema Único de Saúde (SUS), revelou que, pela primeira vez, os índices de ansiedade entre crianças e jovens superam os dos adultos.

    De 2013 a 2023, a taxa de atendimento de crianças entre 10 e 14 anos com transtornos de ansiedade atingiu 125,8 casos a cada 100 mil, enquanto entre adolescentes esse número chegou a 157 a cada 100 mil. Em contraste, a taxa para pessoas acima dos 20 anos foi de 112,5 a cada 100 mil em 2023.

    Essa mudança de cenário, observada a partir de 2022, reflete um quadro mais crítico para os jovens, impulsionado por fatores como crises econômicas e climáticas, autodiagnósticos simplistas e o uso excessivo de celulares e jogos eletrônicos, conforme apontam diversos estudos e especialistas.

    Alexandre Nicolau Luccas, professor e coordenador do curso de Psicologia do Centro Universitário Paulistana (UniPaulistana), ressalta o aumento da demanda por diagnósticos, especialmente entre crianças. “Se olharmos especificamente para as crianças e o universo em que elas vivem, a demanda por diagnósticos para identificar fragilidades, dificuldades e problemas só aumenta. A demanda vem das famílias, das escolas e de todas as instituições que acolhem e trabalham com crianças nas mais diferentes faixas etárias”, afirma o professor.

    Essa busca incessante por explicações médicas levanta a questão: estariam todas as crianças realmente doentes? Transtornos como TDAH, TOD, TAG, TOC, pânico e depressão, entre outros, passaram a fazer parte de um vocabulário comum na vida escolar e familiar. Mais recentemente, o vício em jogos eletrônicos e redes sociais também entrou na lista de preocupações.

    Um estudo conduzido pelo Instituto de Psicologia da Universidade de São Paulo (IP/USP) revela que aproximadamente 30% dos adolescentes brasileiros apresentam um uso excessivo de jogos eletrônicos, preenchendo os critérios para o Transtorno de Jogo pela Internet (TJI). Essa condição pode causar danos significativos à saúde emocional e à vida social dos jovens.

    “Esse vício surgiu na sequência da pandemia de Covid-19. As crianças ficavam na frente das telas para estudar e agora não conseguem mais sair. Os educadores estão desesperados e os pais também”, observa Alexandre.

    O professor pontua que a demanda por psicologia cresceu de forma alarmante, não apenas para tratar os efeitos do isolamento social, como ansiedade e depressão, mas também para apoiar pais e educadores. “Claro, a psicologia responde a essa demanda formando cada vez mais profissionais especializados em neuropsicologia. Os planos de saúde passam a dispor desses profissionais entre seus especialistas. Mas, de novo, o que está acontecendo?”, questiona.

    O professor de Psicologia da UniPaulistana destaca a relação entre o aumento dos diagnósticos e o lançamento de novos manuais de doenças mentais, como o CID e o DSM, que incluíram um número maior de condições.

    Segundo ele, esses manuais não estão desvinculados dos avanços da indústria farmacêutica. “Quanto mais se conhece sobre o funcionamento do cérebro, mais formulações medicamentosas aparecem no mercado e mais doenças são diagnosticadas. Vamos medicar as crianças e consertar aquilo que está aparecendo como problemas de aprendizagem, como problemas nas relações sociais e afetivas significativas de suas vidas. Estamos no caminho errado”, alerta.

    O professor enfatiza que, no campo das doenças psicológicas, os critérios diagnósticos não se baseiam em evidências empíricas como acontece com doenças orgânicas. Ele explica que, diferentemente das doenças físicas, cujas evidências aparecem em exames clínicos, os sintomas das condições psicológicas são experiências subjetivas.

    “Os sintomas são experiências subjetivas, dependentes, portanto, das pessoas que estão vivenciando esses sintomas. A criança não consegue prestar atenção numa aula, fica pulando na sala de aula, incomoda os colegas e o professor. A criança não aprende, não tem foco e não tem concentração ou interesse em aprender”, descreve.

    O especialista critica a psicopatologização da vida cotidiana e a busca por medicamentos como solução mágica para problemas comportamentais e emocionais. “Um ansiolítico, por exemplo, não trata a causa da ansiedade. Ele diminui a percepção que o sujeito tem sobre a sua ansiedade. Um antidepressivo não trata a causa da depressão. De novo, ele apenas permite que o sujeito não viva tomado por ela”, alerta.

    Alexandre enfatiza a necessidade de um olhar mais atento e humanizado para a vida e as experiências subjetivas das crianças, ressaltando que a medicalização excessiva pode mascarar a verdadeira origem dos problemas e desviar a atenção das causas reais, como as condições sociais e educacionais inadequadas. “Ao invés de investirmos na solução desses problemas, preferimos buscar o diagnóstico de uma doença, porque para ela, parece existir um remédio. Apenas parece. E quanto mais caminhamos nessa direção, mais nos afundamos”, conclui.

    Educação SAÚDE E BEM-ESTAR

    Related Posts

    CGTN: Por que a economia da China está se mantendo estável? A província de Jiangsu tem a resposta

    7 de março de 2026

    As mentes invisíveis da escola

    7 de março de 2026

    Dfns Launches Payouts

    6 de março de 2026
    -Clique e ouça
    Posts Recentes
    • CGTN: Por que a economia da China está se mantendo estável? A província de Jiangsu tem a resposta
    • As mentes invisíveis da escola
    • Dfns Launches Payouts
    • ‘Arrastão da Dengue’ será na Região Sul neste sábado; casos da doença já são mais de 300 neste ano
    • Nove jogos abrem a rodada da Copa Franca de Basquete
    Sobre nós

    Sua fonte para as notícias de qualidade, sem tendências políticas e ideológicas, a verdade sem manipulação. “Jornalismo Raiz”.

    Aceitamos sugestões de pauta.

    Envie-nos um e-mail: jornalismo@fatonoato.com.br

    Facebook Instagram YouTube
    Fato no Insta e Face
    • Instagram
    • Facebook
    Veja Também
    Região

    Previsão do tempo para sábado (07), e domingo (08) em SP: risco de temporais

    By Luis Ribeiro - Dedão no Fato

    Neste sábado, dia 07, a presença de um Cavado meteorológico e a umidade marítima aumenta…

    Bianca Freitas inicia nova fase ao lado do deputado Marcos Pereira do Republicanos

    5 de março de 2026

    Mais de 317 mil quilos de eletrônicos ganham destino sustentável e transformam vidas em Franca

    4 de março de 2026

    Provas para médicos no Hospital de Franca serão marcadas nas próximas duas semanas

    3 de março de 2026
    Arquivos
    • março 2026
    • fevereiro 2026
    • janeiro 2026
    • dezembro 2025
    • novembro 2025
    • outubro 2025
    • setembro 2025
    • agosto 2025
    • julho 2025
    • junho 2025
    • maio 2025
    • abril 2025
    • março 2025
    • fevereiro 2025
    • janeiro 2025
    • dezembro 2024
    • novembro 2024
    • outubro 2024
    • setembro 2024
    • agosto 2024
    • julho 2024
    • junho 2024
    • maio 2024
    • abril 2024
    • março 2024
    • fevereiro 2024
    • janeiro 2024
    • dezembro 2023
    • novembro 2023
    • outubro 2023
    • setembro 2023
    • agosto 2023
    • julho 2023
    • junho 2023
    • maio 2023
    • abril 2023
    • março 2023
    • fevereiro 2023
    • janeiro 2023
    • dezembro 2022
    • novembro 2022
    • outubro 2022
    • setembro 2022
    • agosto 2022
    • julho 2022
    • junho 2022
    • maio 2022
    • abril 2022
    • março 2022
    • fevereiro 2022
    • janeiro 2022
    © 2026 ThemeSphere. Designed by Grupo Rádio Empresa Brasil.

    Type above and press Enter to search. Press Esc to cancel.