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    Resistência antimicrobiana é pandemia global invisível

    DINOBy DINO25 de novembro de 2024Updated:16 de dezembro de 2024
    Resistência antimicrobiana é pandemia global invisível
    Resistência antimicrobiana é pandemia global invisível

    A resistência antimicrobiana (RAM) é um problema de saúde pública global, uma pandemia invisível e silenciosa, que ocorre quando microrganismos como bactérias, vírus, parasitas ou fungos resistem a tratamentos que antes eram eficazes. À medida que emergem novos mecanismos de resistência em um ritmo mais acelerado que o desenvolvimento de novos antibióticos, a RAM torna-se o maior desafio de saúde pública deste século.

    Essas foram algumas das constatações do II Encontro de Resistência Antimicrobiana bioMérieux, que reuniu 62 profissionais de saúde em São Paulo, de hospitais, laboratórios, sociedades médicas e operadoras de saúde, no último dia 06 de novembro.

    O encontro abordou temas como os desafios da sustentabilidade no sistema de saúde, incorporação de novas tecnologias na perspectiva do diagnóstico, inovações da microbiologia no diagnóstico de doenças infecciosas, o impacto clínico do diagnóstico da sepse, desafios da vigilância da resistência antimicrobiana, impacto de um sistema de gestão de microbiologia na gestão hospitalar e o valor da informação para o Stewardship.

    Em todo o mundo são crescentes as taxas de infecções resistentes a medicamentos, que devem custar mais de 39 milhões de vidas até 2050, se não houver intervenções, como investimentos em prevenção, diagnóstico, treinamento e novas tecnologias, de acordo com estudo recente do Projeto Global de Pesquisa sobre Resistência Antimicrobiana (GRAM), uma parceria entre Institute for Health Metrics and Evaluation (IHME) e Oxford. Isso significa três mortes por minuto.

    “O antibiótico está sendo muito mal-usado no Brasil. E essa questão da demora da verificação do tipo de organismo com o qual se está lidando, sem dúvida, acaba levando ao uso desnecessário, inclusive em animais”, avalia Gonzalo Vecina, médico sanitarista, fundador e ex-presidente da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) e professor da Faculdade de Saúde Pública da USP.

    “Antibióticos têm que ser prescritos por médicos e utilizados dentro de protocolos orientadores. Isso também tem que chegar à categoria médica, porque conhecer o impacto econômico dessa situação é muito importante. Ela acontece pela coleta de dados que podem alterar nosso comportamento, tanto do ponto de vista da segurança do paciente, das vidas salvas, quanto da quantidade de dinheiro que estamos jogando fora”, alerta o especialista.

    “A resistência bacteriana no Brasil ainda é uma causa de especialistas, onde microbiologistas e infectologistas entendem a gravidade e lidam com ela diariamente, mas que ainda não preocupa a sociedade em geral. É preciso conscientizar as pessoas para atitudes simples, como não descartar medicamentos no lixo comum e sim nas farmácias, para que tenha um tratamento adequado e evite contaminar o meio ambiente”, diz Ana Paula Cury, coordenadora do Laboratório de Microbiologia do Hospital das Clínicas da Universidade de São Paulo, do Hospital São Paulo e coordenadora-executiva do projeto CEPID – ARIES (Antimicrobial Resistance Institute of São Paulo – Instituto Paulista de Resistência aos Antimicrobianos).

    Na opinião da Dra. Ana Cury, o desconhecimento leva as pessoas a prescreverem e tomarem antibiótico para infecções virais, quando ele é indicado para matar bactérias. “Em muitos casos, o próprio paciente exige do médico uma receita, o que em caso de recusa acaba gerando uma má avaliação sobre o nível de qualificação do profissional”, ressalta.

    “A troca de experiências nos dá uma nova visão sobre o uso de métodos diagnósticos, testes rápidos, e como isso pode influenciar a prática médica, com o olhar do custo-efetividade. Um teste pode custar mais caro, mas o benefício que ele vai trazer ao paciente é tão grande, que é importante os médicos ficarem atentos”, afirma Ana Cristina Gales, professora de Infectologia do Depto. de Medicina – Escola Paulista de Medicina (Unifesp) e vice-diretora do CEPID – ARIES (Instituto Paulista de Resistência aos Antimicrobianos).

    “A indústria farmacêutica, a academia, os profissionais e as instituições devem atuar em conjunto com o Ministério da Saúde para mitigar o avanço da resistência a antibióticos. Não é mais aceitável primeiro medicar e depois fazer diagnóstico”, avaliou Fernando Oliveira, diretor-geral da bioMérieux Brasil.

    ‟Se antes o diagnóstico servia para a tomada de decisões, no futuro próximo ele irá proporcionar ao médico uma análise preditiva dos dados, com ferramentas que organizam as informações com o apoio da inteligência artificial e mais efetividade. Esse é o novo valor que enxergamos para o diagnóstico, nossa responsabilidade e missão”, concluiu o executivo.

    Campanha quer conscientizar sobre o tema

    A fim de ampliar a conscientização sobre o tema, o Instituto Latino Americano da Sepse (ILAS) lançou uma nova campanha nesta Semana Mundial de Conscientização sobre a Resistência Antimicrobiana (RAM) – 18 a 25 de novembro -, intitulada “Não tome de forma errada”, em colaboração com a Sepsis Alliance e a UK Sepsis Trust, que visa a ajudar as pessoas a compreender como as suas ações podem ajudar a enfrentar esse desafio crescente.

    “A resistência antimicrobiana não é um problema futuro, ela está presente hoje. Sem antibióticos eficazes, o tratamento da sepse torna-se extremamente difı́cil”, afirma a Dra. Daniela Carla de Souza, médica pediatra e presidente do ILAS.

    Segundo ela, o Brasil tem altas taxas de uso de antibióticos e, embora importante, nem todo uso é seguro ou necessário. “A campanha vai orientar as pessoas a utilizar os antibióticos de forma adequada, o que inclui verificar com o médico se eles realmente precisam de antibióticos e terminar o tratamento completo conforme prescrito”, reforça.

    “A resistência antimicrobiana não é de conhecimento de parcela significativa da população. Por isso devemos educar as pessoas sobre como tomar e descartar adequadamente os seus medicamentos, para garantir um futuro mais saudável para todos”, alerta a Dra. Flavia Machado, médica especialista em medicina intensiva e coordenadora geral do ILAS.

    A campanha é liderada pelo UK Sepsis Trust, pela Sepsis Alliance e pelo Instituto Latino Americano da Sepse (ILAS), com apoio financeiro da Pfizer UK Ltd e da bioMérieux S/A.

    Mais informações sobre a campanha no site: https://donttakethiswrong.org/pt/

    CIÊNCIA Educação NEGÓCIOS SAÚDE E BEM-ESTAR SOCIEDADE

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