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    Medicina registra desaceleração no crescimento de matrículas

    DINOBy DINO29 de outubro de 2024
    Medicina registra desaceleração no crescimento de matrículas
    Medicina registra desaceleração no crescimento de matrículas

    O crescimento do número de estudantes matriculados em cursos de Medicina brasileiros desacelerou nos últimos anos. As informações são do Censo da Educação Superior, divulgado pelo Ministério da Educação (MEC). Os dados mostram que, entre 2021 e 2023, o aumento de matrículas oscilou de 9,7% para 8,5% ao ano. O percentual é o menor desde 2020, quando o incremento foi de 8,8% (conforme tabela abaixo).

    Os dados do Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep/MEC) trazem um recorte dos dez cursos superiores com o maior número de matrículas, por ano, na última década. Medicina só aparece no ranking em 2019, na nona colocação. Cai para a décima em 2020, e retorna à nona a partir de 2021. 

    Com 266,5 mil alunos, Medicina tem menos matrículas que os cursos de Pedagogia (852,4 mil); Direito (658,5 mil); Administração (655 mil); Enfermagem (472,5 mil); Sistemas de Informação (378,6 mil); Psicologia (343,3 mil); Contabilidade (324,7 mil); e Educação Física (283,9 mil), conforme os dados do Censo da Educação Superior.

    Matrículas em Medicina

    ANO

    MATRÍCULAS

    CRESCIMENTO (%)

    2019

    187.710

    2020

    204.279

    8,8%

    2021

    224.192

    9,7%

    2022

    245.501

    9,5%

    2023

    266.507

    8,5%

    Fonte: Censo da Educação Superior – Inep/MEC

    Segundo o professor doutor Silvio Pessanha Neto, presidente do Instituto de Educação Médica (Idomed) e vice-presidente da YDUQS, a demanda de candidatos para medicina não reflete na procura por vagas em instituições de tradição e qualidade. “Nós representamos 17 escolas médicas no Brasil e não temos sentido essa desaceleração. Portanto, essa questão é algo setorial, segmentado e depende muito da instituição. Acreditamos que a demanda ainda existe, é muito grande, e os bons cursos continuarão sendo procurados. Eventualmente, os que têm uma estrutura precária, não têm tradição ou qualidade, talvez sofram um pouco mais”, analisa.

    Vagas x candidatos

    A desaceleração do crescimento nas matrículas em Medicina vai na contramão da procura pelo curso. De acordo com o Censo da Educação Superior, os processos seletivos para instituições das redes públicas e privadas somaram 961.703 candidatos inscritos em 2023. Sem considerar o fato de que muitos estudantes participam de diversos processos seletivos, este número, por si, é superior à população de 13 capitais brasileiras, segundo dados do IBGE:

    • Campo Grande-MS: 954.537 pessoas
    • Teresina-PI: 902.644
    • João Pessoa-PB: 888.679
    • Natal-RN: 785.368
    • Cuiabá-MT: 682.932
    • Aracaju-SE: 628.849
    • Florianópolis-SC: 576.361
    • Porto Velho-RO: 514.873
    • Macapá-AM: 487.200
    • Boa Vista-RR: 470.169
    • Rio Branco-AC: 387.852
    • Vitória-ES: 342.800
    • Palmas-TO: 323.625

    O número de vagas ofertadas para Medicina é muito abaixo da demanda de candidatos. Em 2023, foram 51.120 novas, 38.068 (74,47%) delas na rede particular; 13.052 (25,53%) nas instituições de ensino superior públicas. 

    Ainda segundo o Censo, o percentual de ocupação das vagas em escolas médicas é o mais alto dentre as graduações do país, com 94,6% nas IES privadas e 96,6% nas públicas. Para efeito comparativo, o índice de ocupação dos cursos de Direito, na rede particular, é de 49,9%, ou seja, praticamente metade das cadeiras universitárias ficam vazias. 

    Cadência de médicos

    Recentemente, o Portal Melhores Escolas Médicas (MEM) revelou que quase 80% dos municípios brasileiros não possuem sequer dois médicos para cada mil habitantes. Os dados são do Painel da Educação Médica, plataforma desenvolvida pela Associação dos Mantenedores Independentes Educadores do Ensino Superior (AMIES). Para Silvio Pessanha, essa situação começa a mudar graças a um movimento de interiorização de profissionais recém-formados. 

    “Acreditamos que a expansão de vagas de medicina, por meio dos editais do Programa Mais Médicos de 2014 e 2018, levou cursos para locais onde a rede de saúde realmente precisava de maior suporte. Agora, essas graduações estão formando profissionais que fazem residência médica utilizando as vagas que esses cursos tiveram a obrigação de implantar, e se fixam nessas regiões. Isso aumenta as chances de melhorar as condições da medicina e a assistência ao SUS fora das capitais”, comenta o vice-presidente da YDUQS. 

    Fies e Prouni

    O Censo também indica que a presença de beneficiários de programas federais criados para facilitar o acesso ao ensino superior ainda é tímida, nos cursos de Medicina. Em 2023, somente 16.112 alunos matriculados utilizavam o Fies, e 11.082 mil eram bolsistas do Prouni. 

    Doutora em Educação e autora do livro “Tem preto de jaleco branco? Os primeiros 10 anos de políticas afirmativas no curso de Medicina da Ufal (2005-2015)”, lançado em 2017, pela editora da Universidade Federal de Alagoas (Edufal), a professora Jusciney Carvalho Santana avalia que cada instituição de ensino superior particular deve redefinir o projeto pedagógico, fazer a escolha política e priorizar a adoção de estratégias com o objetivo de tornar a formação médica possível e viável para estudantes de baixa renda. 

    “Pesquisas censitárias (IBGE, Censo da Educação Superior) recorrentemente nos evidenciam que Medicina continua sendo a carreira mais branca e a mais elitizada, das formações. É evidente que, no caso deste curso, as políticas precisam ser diferenciadas, para que consigamos ter uma mudança no perfil de egressos. Uma possibilidade seria, dentro do Prouni e do FIES, estabelecer uma análise mais criteriosa do perfil de cada candidato, considerando o histórico escolar – onde cursou a educação básica, não somente o ensino médio –, a declaração de renda e o quesito raça/cor, porque essas três categorias podem auxiliar na definição de parâmetros que justifiquem a prioridade de atendimento a determinados beneficiários”, sugere Jusciney. 

    Para a pesquisadora, instituições de ensino superior particulares também devem buscar investir em políticas de permanência, pois as vulnerabilidades sociais e étnico-raciais podem resultar em desistência ou evasão dos estudantes beneficiados por tais políticas.

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