Close Menu
Portal FNTPortal FNT

    Subscribe to Updates

    Get the latest creative news from FooBar about art, design and business.

    Candidatos à Presidência votam acompanhados de aliados e familiares

    4 de outubro de 2026

    Grupo Mulheres do Brasil realiza a 1a. Feira de Empreendedorismo em Franca com foco em negócios locais

    4 de outubro de 2026

    Entre São Francisco e as Urnas: fraternidade, democracia e responsabilidade nas Eleições 2026

    4 de outubro de 2026
    Portal FNTPortal FNT
    Button
    • Home
    • Cairo Still
    • Sem Travas
    • Local
    • Familia Verzola
    • Franca Cidadã
    • Mulher Q Empreende
    • Fato Esportivo
    • Porça News
    • Agora Franca
    • Intelecto Saber
    • +Colunas
      • Sociedade Organizada
      • HUMANARTE
      • Rádio FNT
      • Região
      • Viva Saudável
      • Edgar Ajax
      • Vitamina Podcast
      • Cultura
      • Brasil
      • Cultura
      • Tecnologia
      • Natureza Online
      • Still Audiovisuais
      • Uma Palavra de Fé
      • NOTÍCIAS CORPORATIVAS
    Portal FNTPortal FNT
    Política

    Entre São Francisco e as Urnas: fraternidade, democracia e responsabilidade nas Eleições 2026

    Lucio RangelBy Lucio Rangel4 de outubro de 2026

    Neste 4 de outubro, quando a tradição cristã celebra São Francisco de Assis e o calendário eleitoral nos coloca diante da responsabilidade de escolher nossos representantes, duas dimensões da cidadania se encontram: a fraternidade e a participação política.

    São Francisco é lembrado por sua opção pela simplicidade, pela paz, pelo cuidado com os pobres, pela defesa da vida e pela fraternidade entre os seres humanos e toda a criação. A eleição, por sua vez, exige de cada cidadão discernimento, responsabilidade e capacidade de olhar para além das paixões políticas.

    A pergunta que se impõe, portanto, não deveria ser simplesmente: “Em quem eu gosto de votar?” Mas: que projeto de sociedade estou ajudando a construir quando deposito meu voto em determinado candidato?

    A própria Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB), em sua mensagem ao povo brasileiro para as Eleições 2026, recorda, a partir da passagem bíblica “Examinai tudo e guardai o que for bom” (1Ts 5,21), que a Igreja não indica candidatos ou partidos. Ao mesmo tempo, reafirma que a política pode ser compreendida, quando orientada pela ética e pelo bem comum, como uma elevada forma de serviço à sociedade, a fim de viver o testemunho do amor caridade e solidariedade. Esse ensinamento oferece uma chave importante para o eleitor: fé e cidadania não precisam ser separadas, mas também não devem ser confundidas com partidarismo.

    A CNBB chama atenção para problemas concretos da vida pública brasileira: desigualdade social, corrupção, compra de votos, uso indevido de recursos públicos, violência, desinformação e abuso do poder econômico e político. Também ressalta a necessidade de respeitar a Constituição, as instituições republicanas, o Estado Democrático de Direito, a democracia, o resultado legítimo das urnas e a vontade popular. São princípios que deveriam ultrapassar as fronteiras entre esquerda e direita.

    A memória também vota

    Em uma eleição marcada novamente pela polarização entre campos políticos associados ao lulismo e ao bolsonarismo, a memória histórica torna-se elemento importante do discernimento eleitoral.

    O Brasil atravessou, nos últimos anos, uma sucessão de crises econômicas, sociais, políticas e sanitárias. A pandemia de Covid-19 deixou milhares de famílias enlutadas e produziu profundas consequências sociais e econômicas. A pobreza, a insegurança alimentar e o desemprego atingiram milhões de brasileiros. Ao mesmo tempo, diferentes governos produziram políticas públicas que modificaram concretamente a vida de parcelas da população.

    Os governos de Luiz Inácio Lula da Silva são associados a programas de transferência de renda, expansão do acesso à educação, valorização do salário mínimo, políticas de combate à fome e redução de determinados indicadores de pobreza em diferentes períodos. Já os governos e lideranças ligados ao bolsonarismo apresentaram outras prioridades, especialmente nas áreas de segurança pública, conservadorismo nos costumes, redução da intervenção estatal em determinados setores e fortalecimento de pautas ligadas ao armamento e ao agronegócio.

    O eleitor precisa conhecer o que foi efetivamente realizado, quais foram os resultados, quais problemas permaneceram e quais propostas estão sendo apresentadas para o futuro. Memória não significa nostalgia. Significa capacidade de comparar experiências.

    Lula, Flávio Bolsonaro e a disputa de 2026

    A eleição presidencial de 2026 apresenta uma polarização particularmente intensa. Pesquisas divulgadas ao longo do ano mostram uma disputa competitiva entre Lula e Flávio Bolsonaro, enquanto outros nomes do espectro político enfrentam dificuldades para ocupar o mesmo espaço eleitoral. É importante, entretanto, compreender o significado desses números.

    Uma parcela do eleitorado pode estar escolhendo um candidato por identificação ideológica. Outra pode votar por rejeição ao adversário. Há ainda aqueles que escolhem o chamado voto útil, procurando concentrar sua preferência naquele candidato que consideram ter maiores condições de representar seu campo político. Portanto, intenção de voto não é necessariamente sinônimo de adesão integral a um projeto político.

    O fenômeno da polarização também não pode ser explicado simplesmente pela ideia de que metade do país teria se tornado radicalmente de direita ou de esquerda. O eleitorado brasileiro é mais complexo. Há conservadores que não são bolsonaristas. Há progressistas que não são petistas. Há eleitores que rejeitam simultaneamente Lula e Bolsonaro. Há pessoas que mudam de posição conforme a economia, a segurança pública, o emprego, os preços dos alimentos ou a situação de sua própria família.

    E existem milhões de brasileiros que simplesmente ainda não decidiram.

    O eleitor não deve esquecer o cotidiano

    Para quem está na fila do supermercado, procurando emprego, pagando aluguel, enfrentando problemas no transporte público, esperando atendimento de saúde ou trabalhando para sustentar a família, a política não é uma discussão abstrata. É a vida cotidiana.

    Por isso, uma eleição responsável deveria considerar perguntas bastante concretas: O candidato apresenta propostas viáveis para melhorar a segurança pública? Como pretende enfrentar a fome e a pobreza? Qual é sua política para educação e saúde? Como pretende gerar empregos e renda? Qual será sua posição diante da desigualdade social? Como pretende enfrentar o crime organizado? Defende as instituições democráticas e a Constituição? Como pretende preservar a soberania nacional? Como pretende equilibrar responsabilidade fiscal e investimento social? Qual é sua posição diante da desinformação e do discurso de ódio? E, principalmente: qual é o histórico desse candidato quando teve oportunidade de exercer poder? A promessa eleitoral é importante. A trajetória também.

    A soberania nacional no centro do debate

    Outro tema que ganhou espaço na eleição de 2026 é a relação do Brasil com os Estados Unidos e com outras potências internacionais. A política externa brasileira não pode ser analisada apenas pelo prisma ideológico. O Brasil possui relações comerciais, diplomáticas e estratégicas com Estados Unidos, China, União Europeia, países latino-americanos, Oriente Médio, África e diversas outras nações.

    A discussão sobre soberania precisa, portanto, partir de uma questão fundamental: o Brasil deve formular suas decisões de Estado de acordo com seus próprios interesses nacionais e respeitar seus compromissos internacionais e sua Constituição. Qualquer influência externa sobre processos eleitorais merece ser analisada criticamente, independentemente de sua origem política. Dias atrás, Donald Trump pediu para fechar as embaixadas dos Estados Unidos no Brasil e o Governo da Austrália assim também fez. A Polícia Federal investiga o que está acontecendo. E isso não é bom para o nosso país, quando outros países agem para interferir nas eleições brasileiras. Democracia pressupõe que a decisão sobre os destinos do Brasil pertença, em primeiro lugar, aos brasileiros.

    O desafio da esquerda e o desafio da direita

    A esquerda brasileira enfrenta o desafio de renovar sua comunicação, ampliar o diálogo com setores que não se identificam com o PT e apresentar propostas concretas para problemas como segurança pública, custo de vida e qualidade dos serviços públicos.

    A direita, por sua vez, precisa demonstrar que suas propostas podem ser implementadas dentro dos limites constitucionais e democráticos e responder concretamente às demandas sociais de milhões de brasileiros. Nenhum campo político está dispensado de prestar contas.

    Também é necessário abandonar a ideia de que todo eleitor do outro lado é inimigo. Uma democracia saudável precisa reconhecer que discordância política não significa ausência de humanidade. É possível discordar profundamente e, ainda assim, reconhecer no outro um cidadão que possui direitos, preocupações e esperanças legítimas.

    Essa talvez seja uma das maiores lições de São Francisco: a fraternidade não significa pensar todos da mesma maneira. Significa reconhecer a dignidade do outro mesmo quando pensamos de maneira diferente.

    Consciência política também é fraternidade

    O voto não deveria ser uma vingança, não deveria ser uma arma contra alguém, não deveria nascer exclusivamente do medo, da raiva ou de uma publicação viral nas redes sociais. O voto é uma forma de participação política. E participar significa estudar, analisar, comparar, questionar, verificar informações e assumir as consequências das próprias escolhas.

    É necessário conhecer o candidato a presidente, mas também aqueles que disputarão as vagas do Congresso Nacional e das assembleias legislativas. Afinal, governar não depende apenas do chefe do Poder Executivo. Deputados e senadores aprovam leis, fiscalizam o governo, definem o orçamento e participam das grandes decisões nacionais. Por isso, a cidadania não termina quando depositamos o voto na urna.

    Ela continua durante todo o mandato.

    São Francisco e a responsabilidade de escolher

    No dia de São Francisco de Assis, talvez seja possível transformar a oração em uma pergunta política: Que Brasil queremos construir? Um Brasil mais violento ou mais seguro? Mais desigual ou mais justo? Mais intolerante ou mais fraterno? Mais dependente ou mais soberano? Mais dividido ou mais capaz de dialogar?Mais preocupado com interesses particulares ou comprometido com o bem comum? A resposta não pertence à Igreja, aos partidos, aos candidatos ou aos comentaristas políticos. Pertence ao eleitor.

    É por isso que a mensagem da CNBB merece ser lida não como uma indicação de voto, mas como um convite ao discernimento: examinar, comparar e guardar aquilo que efetivamente contribui para a dignidade humana, a justiça social, a paz e o bem comum.

    Neste 4 de outubro, São Francisco nos lembra da fraternidade. As urnas nos lembram da responsabilidade. E a democracia nos lembra que o futuro de uma sociedade é construído pelas escolhas coletivas de seus cidadãos. Que cada eleitor possa votar com liberdade, consciência e responsabilidade.

    Nossa Senhora Aparecida no cerne das Eleições 2026

    E que, depois da eleição, continuemos capazes de reconhecer no outro não um inimigo, mas um cidadão brasileiro com quem compartilhamos o mesmo país e, apesar das nossas diferenças, o mesmo destino coletivo. As Eleições 2026 trouxeram para o centro do debate político brasileiro um símbolo que ultrapassa partidos, governos e disputas eleitorais: Nossa Senhora Aparecida, Padroeira do Brasil.

    No momento em que o país se prepara para escolher seus representantes, a imagem da santa passou a ocupar espaço no debate entre as candidaturas de Luiz Inácio Lula da Silva e Flávio Bolsonaro. O episódio merece reflexão porque coloca em contato três dimensões profundamente presentes na sociedade brasileira: religião, política e democracia. É importante, entretanto, separar fatos de interpretações.

    Nos últimos dias, circularam nas redes sociais conteúdos associando Flávio Bolsonaro a uma suposta intenção de retirar Nossa Senhora Aparecida da condição de Padroeira do Brasil. O candidato negou essa intenção e afirmou que se tratava de desinformação. A origem da controvérsia está relacionada a um projeto apresentado em 2007 por outro parlamentar, posteriormente arquivado.

    A própria Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB) afirmou não ter produzido nem participado da divulgação de informações falsas relacionadas ao processo eleitoral e reafirmou que suas manifestações decorrem de sua missão pastoral e de princípios relacionados à dignidade humana, ao bem comum, à democracia e à liberdade de consciência.

    Nossa Senhora Aparecida não pertence a um partido

    Há uma questão fundamental que não deveria ser esquecida em meio à polarização: Nossa Senhora Aparecida não é propriedade de uma corrente política. Sua presença na história brasileira antecede em muito os atuais partidos, candidatos e disputas ideológicas. A devoção à santa se consolidou ao longo de séculos e tornou-se uma das expressões mais importantes da religiosidade popular brasileira. A proclamação de Nossa Senhora Aparecida como Padroeira do Brasil ocorreu em 1930, por decisão da Igreja Católica, durante o pontificado de Pio XI. Por isso, transformar a imagem da Padroeira em instrumento de ataque eleitoral pode reduzir uma tradição religiosa e cultural muito mais ampla aos limites de uma disputa partidária.

    A fé pode participar do espaço público, evidentemente. Pessoas religiosas têm todo o direito de levar suas convicções para o debate democrático. O que não deveria acontecer é transformar a religião em mecanismo de intimidação, desinformação ou exclusão de quem pensa diferente.

    A CNBB e o discernimento eleitoral

    A própria CNBB procurou estabelecer uma referência para o eleitor cristão em sua mensagem sobre as Eleições 2026. Inspirada na passagem bíblica “Examinai tudo e guardai o que for bom” (1Ts 5,21), a entidade afirmou que a Igreja Católica não indica candidatos ou partidos e ressaltou a responsabilidade dos cidadãos diante das urnas. A mensagem defende participação consciente, defesa da democracia, respeito às instituições, combate à corrupção e à disseminação deliberada de notícias falsas. Essa orientação possui uma dimensão que ultrapassa o eleitor católico.

    Em uma democracia, examinar tudo significa verificar antes de compartilhar; ouvir antes de condenar; comparar propostas antes de decidir; distinguir fato de propaganda; e não permitir que o medo substitua a consciência. É justamente nesse ponto que a discussão sobre Nossa Senhora Aparecida se torna uma questão democrática.

    A santa no centro da polarização

    A utilização de símbolos religiosos durante campanhas eleitorais não é novidade na história brasileira. Nossa Senhora Aparecida já esteve presente em diferentes momentos da vida política nacional, muito antes das redes sociais e da atual polarização. O episódio de 2026, contudo, demonstra como uma informação retirada de contexto pode adquirir enorme velocidade no ambiente digital.

    De um lado, uma parcela do debate interpretou determinadas manifestações como ameaça à tradição católica. De outro, Flávio Bolsonaro afirmou estar sendo vítima de uma campanha de desinformação e negou qualquer intenção de alterar o título de Nossa Senhora Aparecida. No meio dessa disputa está o cidadão.

    E é justamente o cidadão que precisa recuperar o protagonismo. Não cabe à emoção produzida pelas redes sociais substituir a investigação dos fatos. Não cabe à religião ser utilizada como atalho para impedir o pensamento crítico. E não cabe à política transformar uma devoção religiosa em instrumento permanente de confronto entre brasileiros.

    Nossa Senhora Aparecida como símbolo de unidade

    Talvez exista uma reflexão ainda mais profunda. Nossa Senhora Aparecida pode ser compreendida, para milhões de brasileiros, como um símbolo de esperança, acolhimento, proteção e unidade. Independentemente da posição política de cada pessoa, sua representação religiosa não precisa ser transformada em uma fronteira entre brasileiros. Católicos podem votar de maneiras diferentes. E evangélicos podem votar de maneiras diferentes. Assim, como ateus, espíritas, judeus, muçulmanos, budistas, candomblecistas, umbandistas, gnósticos e demais denominações também participam legitimamente da democracia.

    A Constituição brasileira assegura a liberdade de consciência e de crença e estabelece um Estado que não adota uma religião oficial. A democracia, portanto, precisa garantir simultaneamente o direito à manifestação religiosa e o direito de quem possui outra fé ou nenhuma fé. Essa talvez seja uma das maiores lições que o episódio nos oferece.

    Fé não substitui consciência política

    O eleitor cristão não precisa abandonar sua fé para participar da política. Tampouco precisa entregar sua consciência a um candidato em nome da religião. A fé pode oferecer valores para a vida pública: dignidade humana, solidariedade, justiça, fraternidade, cuidado com os pobres, defesa da vida, honestidade e responsabilidade social. Mas a escolha eleitoral continua sendo responsabilidade individual.

    É nesse sentido que a mensagem da CNBB para 2026 ganha importância ao afirmar que nenhum partido ou candidato possui representação exclusiva dos cristãos e que a participação política deve estar relacionada ao bem comum e à liberdade de consciência.

    Entre a polarização e o Brasil real

    A grande questão das Eleições 2026 não deveria ser transformar Nossa Senhora Aparecida em personagem de uma guerra política. A questão deveria ser perguntar: Que país queremos construir? Um país capaz de discutir segurança sem abandonar os direitos humanos. Uma educação capaz de oferecer oportunidades. Uma saúde pública que atenda quem precisa. Uma economia capaz de gerar trabalho e renda. Uma sociedade que enfrente a pobreza e a desigualdade. Uma democracia em que adversários políticos não sejam tratados como inimigos. Uma República na qual instituições sejam respeitadas. E uma sociedade na qual a religião possa exercer sua dimensão espiritual e cultural sem ser transformada em instrumento de desinformação ou intolerância.

    A Padroeira diante das urnas

    Neste 4 de outubro de 2026, quando os brasileiros vão às urnas, a presença de Nossa Senhora Aparecida no debate nacional pode ser compreendida também como um convite à serenidade. A CNBB, no próprio dia da votação, confiou o país à proteção de Nossa Senhora Aparecida e pediu sabedoria e coragem para a construção de um Brasil “reconciliado, soberano, justo e fraterno”.

    Essa mensagem não precisa ser entendida como apoio a uma candidatura. Pode ser compreendida como um chamado à responsabilidade coletiva. A democracia brasileira não precisa de uma fé contra outra fé. Não precisa de católicos contra evangélicos. Não precisa de esquerda contra direita transformadas em inimigas permanentes. Precisa de cidadãos capazes de conviver com diferenças.

    Nossa Senhora Aparecida pode estar no coração de milhões de brasileiros, mas a urna pertence à consciência de cada eleitor.

    Que a fé inspire a fraternidade, que a política seja exercida com responsabilidade e que a informação seja submetida ao crivo da verdade. Porque, no final, mais importante do que perguntar “de que lado está Nossa Senhora Aparecida?”, talvez seja perguntar: “Que lado estamos escolhendo quando colocamos nossa consciência diante da urna?” E a resposta, em uma democracia, deve pertencer livremente a cada cidadão.

    Lúcio Rangel Ortiz, advogado, mestre em planejamento e análise de políticas públicas (UNESP), MBA em gestão de projetos (USP), Teólogo (FAINTE/FACOB/CFTPB), membro do Conselho de Leigos e da Comissão Justiça e Paz da Diocese de Franca, escritor, pesquisador, palestrante e colunista do Portal FNT – Intelecto Saber.

    eleições 2026 Nossa Senhora Aparecida Política São Francisco de Assis

    Related Posts

    Candidatos à Presidência votam acompanhados de aliados e familiares

    4 de outubro de 2026

    Como votar nas Eleições 2026: horário, ordem de votação, colinha e justificativa

    3 de outubro de 2026

    Quem são todos os candidatos ao Senado por São Paulo (SP) nas eleições 2026

    3 de outubro de 2026
    -Clique e ouça
    Posts Recentes
    • Candidatos à Presidência votam acompanhados de aliados e familiares
    • Grupo Mulheres do Brasil realiza a 1a. Feira de Empreendedorismo em Franca com foco em negócios locais
    • Entre São Francisco e as Urnas: fraternidade, democracia e responsabilidade nas Eleições 2026
    • DOMINGO DE SABOR, TRADIÇÃO E BOA MÚSICA NO RANCHO JP!
    • – FRANCA PRECISA REAGIR E CONQUISTAR SUA REPRESENTAÇÃO!
    Sobre nós

    Sua fonte para as notícias de qualidade, sem tendências políticas e ideológicas, a verdade sem manipulação. “Jornalismo Raiz”.

    Aceitamos sugestões de pauta.

    Envie-nos um e-mail: jornalismo@fatonoato.com.br

    Facebook Instagram YouTube
    Veja Também
    Empreendedorismo

    Franca Shopping completa 33 anos com renovação do mix e novas operações

    By Erismar Tanja Reg. 0093087/SP

    Com 106 operações, empreendimento amplia oferta de marcas e prepara novidades em gastronomia e entretenimento…

    Últimos dias: inscrições para Programa de Estágio Sabesp 2027 terminam dia 13/10 

    2 de outubro de 2026

    Fernando Rached Jorge destaca os 82 anos da ACIF e a importância da representatividade de Franca em Brasília

    29 de setembro de 2026

    O verdadeiro desafio do Brasil com IA nas salas de aula

    24 de setembro de 2026
    Arquivos
    • outubro 2026
    • setembro 2026
    • agosto 2026
    • julho 2026
    • junho 2026
    • maio 2026
    • abril 2026
    • março 2026
    • fevereiro 2026
    • janeiro 2026
    • dezembro 2025
    • novembro 2025
    • outubro 2025
    • setembro 2025
    • agosto 2025
    • julho 2025
    • junho 2025
    • maio 2025
    • abril 2025
    • março 2025
    • fevereiro 2025
    • janeiro 2025
    • dezembro 2024
    • novembro 2024
    • outubro 2024
    • setembro 2024
    • agosto 2024
    • julho 2024
    • junho 2024
    • maio 2024
    • abril 2024
    • março 2024
    • fevereiro 2024
    • janeiro 2024
    • dezembro 2023
    • novembro 2023
    • outubro 2023
    • setembro 2023
    • agosto 2023
    • julho 2023
    • junho 2023
    • maio 2023
    • abril 2023
    • março 2023
    • fevereiro 2023
    • janeiro 2023
    • dezembro 2022
    • novembro 2022
    • outubro 2022
    • setembro 2022
    • agosto 2022
    • julho 2022
    • junho 2022
    • maio 2022
    • abril 2022
    • março 2022
    • fevereiro 2022
    • janeiro 2022
    © 2026 ThemeSphere. Designed by Grupo Rádio Empresa Brasil.

    Type above and press Enter to search. Press Esc to cancel.