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    Início » Retrospectiva 2025 da Coluna Intelecto Saber
    Intelecto Saber

    Retrospectiva 2025 da Coluna Intelecto Saber

    Lucio RangelBy Lucio Rangel31 de dezembro de 2025Updated:3 de janeiro de 202611.562 Views

    Hoje, vim trazer de forma resumida as matérias que foram produzidas na Coluna Intelecto Saber, como forma de reportagem, coluna de artigo de opinião, crônica e esclarecimento científico, que foram várias. Quero desde já, agradecer aos leitores da Coluna e exterminar minha estima por estar prestando este serviço de comunicação, informação, esclarecimento, entretenimento e reflexão.

    Por ser o primeiro ano, ao realizar este trabalho primoroso, acredito que alcançamos metas e resultados que os leitores e internautas do Portal Fato no Ato (FNT) estejam sempre nos acompanhando e prestigiando pelo que nós propomos realizar. Então, vamos a retrospectiva das matérias:

    O Intelecto e o Saber (19/06/2025) 1335 visualizações

    Foi explicada a proposta da coluna Intelecto Saber, que reflete sobre o significado histórico e filosófico dos conceitos sobre o intelecto e sobre o saber. O intelecto é apresentado como a capacidade humana de pensar, discernir e compreender racionalmente, enquanto o saber é entendido como um conhecimento profundo, vivido e transformador, ligado à experiência e à ética. A união desses dois propõe uma prática de reflexão crítica e compromisso com a realidade. Assim, a coluna nasce como um espaço de diálogo entre pensamento e ação, reflexão e transformação da vida.

    A inteligência artificial se rende à filosofia (26/6/2025) 1187 visualizações

    Após o software e a própria IA transformarem o mundo, surge um novo paradigma: a Filosofia como elemento central para a evolução da inteligência artificial. Diante de dilemas éticos, ontológicos, epistemológicos e teleológicos, a IA não pode se desenvolver apenas com cálculo e algoritmos, pois sem filosofia ela age sem compreensão, sentido ou direção. Especialistas e líderes reconhecem que o futuro da IA depende do pensamento crítico e filosófico, capaz de orientar decisões sobre valores, propósito, consciência e responsabilidade. Grandes empresas já incorporam essas reflexões em seus sistemas, indo além da eficiência técnica. A próxima fronteira da IA não é apenas tecnológica, mas filosófica, abrindo espaço para filósofos no mundo corporativo e no desenvolvimento de sistemas inteligentes.

    Por uma reforma tributária justa (4/7/2025) 1223 visualizações

    A Reforma Tributária brasileira é uma oportunidade histórica para enfrentar a profunda desigualdade social e fiscal do país. Defende a proposta do Governo Federal de isentar do Imposto de Renda quem ganha até R$ 5 mil, ampliar a progressividade do IR e tributar lucros, dividendos e grandes rendas, hoje pouco taxados, como forma de aliviar os mais pobres e a classe média e promover justiça social. Apresenta e explica a criação do novo sistema de impostos sobre o consumo, baseado no IVA (IBS e CBS), que unifica tributos e reduz a carga tributária geral, além do Imposto Seletivo, que diminui impostos sobre itens essenciais e aumenta sobre produtos nocivos à saúde e ao meio ambiente. Também destaca que o sistema tributário brasileiro penaliza o consumo e favorece o topo da pirâmide, enquanto o orçamento público é fortemente comprometido com o pagamento da dívida, limitando investimentos sociais. Por fim, enfatiza a necessidade de consciência de classe da população, esclarecendo a real divisão socioeconômica do país, e defende uma reforma tributária progressiva, popular e corajosa como condição para reduzir desigualdades, fortalecer a democracia fiscal e garantir dignidade e direitos sociais para todos.

    A soberania brasileira em xeque – 10/7/2025 – 1043 visualizações

    A decisão do presidente dos EUA, Donald Trump, de impor tarifas de 50% sobre importações brasileiras a partir de agosto de 2025, interpretando-a não como medida econômica, mas como retaliação política ligada ao processo criminal contra o ex-presidente Jair Bolsonaro no STF. Trump classifica Bolsonaro como vítima de perseguição e acusa o Supremo de restringir a atuação de bigtechs americanas, apesar de não haver base econômica para as tarifas, já que os EUA têm superávit comercial com o Brasil. Denuncia-se o envolvimento do deputado federal cassado Eduardo Bolsonaro, acusado de atuar nos EUA para pressionar autoridades brasileiras e buscar sanções contra ministros do STF, caracterizando isso como afronta à soberania nacional. Destaca-se que Bolsonaro é réu por crimes graves relacionados à tentativa de golpe de Estado, e que o STF atua dentro de suas competências constitucionais como guardião da Constituição.Conclui-se que o episódio representa uma grave tentativa de interferência estrangeira nos assuntos internos do Brasil, testando a resiliência das instituições democráticas, enquanto o governo e o STF reafirmam o compromisso com a soberania, o Estado de Direito e o devido processo legal.

    Educação em foco – 18/7/2025 – 859 visualizações

    Discutam-se as principais transformações e desafios da educação contemporânea, impulsionadas pelas tecnologias digitais, por demandas sociais e pela busca de um ensino mais eficaz, inclusivo e significativo. Destaca a importância da educação inclusiva, da alfabetização digital, do uso responsável da inteligência artificial, das metodologias ativas e da personalização da aprendizagem, sempre reforçando que a tecnologia deve complementar — e não substituir — o papel do professor. Aborda ainda temas centrais como saúde mental de alunos e docentes, educação socioemocional, gamificação, ensino híbrido, avaliação por competências, sustentabilidade, diversidade, educação 4.0, projetos interdisciplinares, gestão de conflitos e desenvolvimento de habilidades. Por fim, argumenta que indicadores educacionais não garantem, por si só, qualidade no ensino. A verdadeira qualidade está na aprendizagem significativa, ética e crítica, capaz de preparar os estudantes para o trabalho, a cidadania e a vida, alinhando-se à concepção de Paulo Freire de que educar é criar condições para a construção do conhecimento.

    O desafio de ser professor no Brasil – 24/7/2025 – 1103 visualizações

    Esta coluna foi bastante elogiada por professores da rede pública estadual e municipal de Franca, porque o texto da Coluna destaca que o Brasil alcançou quase a universalização do ensino básico, com 99,5% das crianças e adolescentes na escola, mas ressalta que esse avanço evidencia novos desafios, especialmente relacionados à qualidade da educação e à valorização dos professores. Apesar do acesso ampliado, a carreira docente tornou-se pouco atrativa devido a baixos salários, condições precárias de trabalho, falta de reconhecimento social e ausência de planos de carreira motivadores, o que pode levar a um futuro “apagão” de professores. Apontam-se problemas estruturais nas escolas, como salas superlotadas, pressão excessiva por resultados estatísticos, violência e indisciplina, adoecimento mental dos docentes, além da precarização do trabalho, sobretudo no Estado de São Paulo, onde há grande número de professores temporários sem direitos trabalhistas plenos. Critica-se também a plataformização do ensino, as avaliações externas e a avaliação 360 nas escolas de tempo integral, vistas como instrumentos inadequados, punitivos e distantes da realidade pedagógica. A reflexão é reforçada pelo pensamento de Paulo Freire, que defende a valorização integral do professor como condição essencial para uma educação transformadora.

    O conhecimento na vastidão da realidade – 30/7/2025 – 938 visualizações

    O texto da coluna apresenta uma reflexão sobre o livro A Ilha do Conhecimento: os limites da ciência e a busca por sentido, do físico brasileiro Marcelo Gleiser. A obra propõe uma jornada intelectual que integra ciência, filosofia e espiritualidade, destacando que o conhecimento humano é sempre limitado e que, quanto mais a ciência avança, maior se torna o oceano do desconhecido ao seu redor. Gleiser defende que a ciência é fundamental para compreender a realidade, mas possui fronteiras cognitivas, técnicas e metafísicas que não podem ser ignoradas. Ao longo do livro, ele revisita a história do pensamento científico, dos filósofos pré-socráticos a Einstein, mostrando como revoluções científicas ampliaram nossa compreensão do universo, sem jamais esgotá-la. A relação entre ciência e religião é tratada de forma equilibrada, como caminhos distintos, porém igualmente movidos pela busca da origem e do sentido da existência.

    Dia do Profissional da Educação: o que comemorar? – 6/8/2025 – 1132 visualizações

    Dessa vez, a coluna aborda o Dia do Profissional da Educação, celebrado em 6 de agosto, e utiliza a data para denunciar a grave precarização do trabalho educacional no Brasil. Embora a lei reconheça todos os profissionais da educação, o texto afirma que o setor vive um processo de colapso, marcado pela desvalorização docente, más condições de trabalho e pela transformação da educação pública em um modelo gerencial e empresarial, influenciado por políticas neoliberais. Destaca-se o avanço da chamada “uberização do trabalho docente”, na qual professores são contratados de forma temporária, sob demanda, sem estabilidade, plano de carreira ou direitos trabalhistas plenos. Em estados como São Paulo, mais da metade dos docentes atua de forma precária. Conclui-se que não é possível garantir educação de qualidade sem professores valorizados, com vínculos estáveis, condições dignas de trabalho e respeito à função social da escola.

    A capacidade tecnológica do Brasil – 13/8/2025 – 17.659 visualizações

    O segundo texto mais lido da Coluna Intelecto Saber, que foi reproduzido na íntegra da FAPESP (Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo), que é uma das principais agências de fomento à pesquisa científica e tecnológica do Brasil. O texto, que está mais em modelo reportagem do que coluna, apresenta o Brasil como uma potência tecnológica emergente, destacando que esse avanço resulta de um ecossistema integrado entre universidades públicas, institutos de pesquisa e empresas estatais e privadas. Entre os principais protagonistas estão a Embraer, com inovações como o carro voador (eVTOL), aviões de emissão zero e o cargueiro militar C-390, a Petrobras, maior investidora em tecnologia do país, com avanços no pré-sal, energias renováveis e tecnologias de redução de emissões e o INPE nas pesquisas espaciais por satélites e monitoramento de queimadas, previsão do tempo e auxílio para o agronegócio e Defesa Civil de municípios e Estados. Ressalta o Projeto Sirius, em Campinas, um acelerador de partículas de quarta geração que permite pesquisas avançadas em materiais, medicamentos e fertilizantes e o Projeto do Submarino Nuclear Brasileiro. As universidades públicas são apresentadas como pilares da inovação nacional, com destaque para USP, UNICAMP, ITA, UNESP e diversas universidades federais, responsáveis por pesquisas em áreas como saúde, aeroespacial, inteligência artificial, biocombustíveis, agrotecnologia e comunicações avançadas. Por fim, o texto relembra inovações históricas brasileiras, como o soro antiofídico, a urna eletrônica e o PIX, e conclui que o Brasil se consolida como líder em áreas estratégicas como agrotecnologia, bioeconomia e saúde, utilizando sua biodiversidade e o fortalecimento das instituições públicas para enfrentar desafios globais.

    COP 30: A Amazônia no Centro do Tabuleiro Climático Mundial

    27/8/2025 – 1371 visualizações

    A coluna abordou a realização da COP30, a 30ª Conferência das Nações Unidas sobre Mudanças Climáticas, que ocorrerá de 10 a 21 de novembro de 2025, em Belém (PA). O evento reunirá cerca de 40 mil participantes, entre líderes políticos, cientistas, empresários e ativistas, para debater temas centrais como redução de emissões, adaptação climática, financiamento para países em desenvolvimento, energias renováveis, preservação da Amazônia, biodiversidade e justiça climática. A conferência contará com a Zona Azul (ONU) e a Zona Verde (aberta ao público), reforçando o caráter político e social do encontro. A escolha de Belém é simbólica por colocar a Amazônia no centro das discussões globais sobre clima, mas também revela um paradoxo: sediar um evento mundial sobre sustentabilidade em uma região marcada por desigualdades sociais, infraestrutura limitada e pressões econômicas sobre a floresta. O texto destaca a urgência climática diante de eventos extremos, do derretimento das geleiras e da elevação do nível do mar, o que intensifica a pressão internacional sobre governos, empresas, instituições financeiras e a sociedade civil. São enfatizados o papel do Acordo de Paris, a adoção de práticas ESG pelas empresas, a necessidade de uma transição energética justa e a importância do financiamento climático. Nesse contexto, os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS) da ONU aparecem como referência central, alinhados aos objetivos da COP30. Conclui-se que a COP30 pode ser um marco decisivo se conseguir transformar discursos em ações concretas e mensuráveis. A Amazônia é apresentada não como cenário, mas como protagonista central do debate climático, cujo futuro está diretamente ligado à sobrevivência do planeta.

    Franca: Cidade Inteligente? – 26/8/2024 – 2097 visualizações

    A Coluna analisou o reconhecimento de Franca como destaque nacional no evento Connected Smart Cities, em setembro de 2025, quando o município receberá os selos de Ecossistemas de Inovação e Cidades Inteligentes. Embora a conquista seja simbólica e relevante, questiona-se Franca já pode ser considerada, de fato, uma cidade inteligente. Ser uma “cidade inteligente” é definido como algo que vai além do uso de tecnologia, exigindo planejamento urbano consistente, especialmente por meio de um Plano Diretor capaz de enfrentar problemas estruturais como habitação, desigualdade social, emprego, transporte coletivo e mobilidade urbana. O texto defende que inteligência urbana pressupõe coragem política para resolver desafios históricos, e não apenas buscar reconhecimento ou prêmios. Destaca-se a criação do marco legal das Smart Cities em Franca, com a Lei Municipal nº 9.020/2021, que estabelece princípios como desenvolvimento social, equilíbrio territorial, responsabilidade ambiental, inclusão e uso da tecnologia para reduzir desigualdades. Também é apresentado o projeto Smart City Franca, um grande empreendimento urbano na Zona Sul, planejado como uma “cidade dentro da cidade”, com infraestrutura moderna e soluções tecnológicas. Entretanto, o texto alerta para o risco de o projeto ampliar desigualdades e estimular a especulação imobiliária, questionando quem, de fato, será beneficiado por esse novo espaço urbano. Aponta ainda problemas persistentes na cidade, como falhas no transporte público, trânsito caótico, carência de políticas culturais e esportivas, déficit habitacional e baixa integração digital dos serviços públicos. Conclui-se que, embora Franca avance em governança e inovação e mereça reconhecimento, ainda há um longo caminho para se tornar uma verdadeira cidade inteligente. Isso exige gestão democrática, inclusão social, sustentabilidade, participação cidadã e resultados concretos que melhorem a vida de toda a população, e não apenas certificados ou estratégias de marketing urbano.

    Defender a Independência do Brasil hoje é Defender a Democracia e a Soberania. – 4/9/2025 – 3064 visualizações

    O texto da Coluna defendeu que proteger a independência e a soberania do Brasil é essencial para a preservação da democracia, especialmente diante de ameaças internas e externas. Argumenta que a história brasileira é marcada por recorrentes rupturas institucionais, muitas delas caracterizadas como golpes de Estado, desde o Império até a atualidade. Apresenta um panorama histórico dos principais golpes ou rupturas políticas no Brasil: o Golpe da Maioridade (1840), a Proclamação da República (1889), a Revolução de 1930, o Estado Novo (1937), o Golpe Militar de 1964 — com destaque para o AI-5 como ápice do autoritarismo —, o impeachment de Dilma Rousseff em 2016, interpretado por parte da historiografia como “golpe parlamentar”, e a tentativa de golpe de 8 de janeiro de 2023, ligada a setores bolsonaristas que rejeitaram o resultado das eleições de 2022. O texto valoriza a redemocratização brasileira, ressaltando o papel das lutas sociais, do movimento Diretas Já e da Constituição Federal de 1988, que consolidou direitos civis, sociais e políticos, estabelecendo o Estado Democrático de Direito. No contexto atual, aponta riscos à soberania nacional, como pressões externas dos Estados Unidos — especialmente tarifas impostas pelo governo Trump — e a atuação de Jair Bolsonaro e de seu filho Eduardo Bolsonaro, acusados de conspirar contra o Brasil junto a interesses estrangeiros. Destaca a reação do Estado brasileiro, com ações na OMC, políticas de reciprocidade comercial e defesa institucional da democracia. Abordou-se o julgamento de Jair Bolsonaro no STF por tentativa de golpe e crimes contra a ordem democrática, além das acusações contra Eduardo Bolsonaro por quebra de decoro e atos considerados de traição à pátria. Rejeita-se a proposta de anistia aos golpistas, entendendo-a como uma ameaça à democracia. Ressalta a mobilização popular em defesa da soberania, por meio de movimentos sociais, sindicatos, entidades religiosas e do Plebiscito Popular, que reivindica justiça social, direitos trabalhistas e tributação dos “super-ricos”. Por fim, o texto da Coluna conclui que defender a independência do Brasil hoje significa enfrentar o autoritarismo, combater a desinformação, responsabilizar golpistas, resistir a pressões externas e fortalecer a participação popular. A verdadeira independência só é possível com democracia, soberania, justiça social e protagonismo do povo brasileiro.

    A ascensão da Filosofia no século XXI – 10/9/2025 – 1030 visualizações

    A Coluna apresentou o questionamento da visão tradicional de que a filosofia é uma área abstrata e distante da realidade prática, mostrando que ela é cada vez mais relevante no século XXI. Um estudo publicado em 2025 no Journal of the American Philosophical Association demonstra que estudantes de filosofia se destacam em raciocínio verbal, lógica e pensamento crítico, além de apresentarem competências valorizadas no mercado atual, como curiosidade intelectual, abertura mental e autorreflexão. A ideia central é que a filosofia não ensina o que pensar, mas como pensar, formando pessoas autônomas, críticas e capazes de lidar com a complexidade, a ambiguidade e os dilemas éticos. Em um contexto marcado por excesso de informação, polarização e inteligência artificial, a filosofia deixa de ser um luxo acadêmico e se torna uma ferramenta prática de sobrevivência social e profissional. Destaca-se a crescente atuação de filósofos em áreas como empresas, compliance, governança, tecnologia (especialmente ética da IA), políticas públicas e educação, além de campos emergentes como a Filosofia Clínica.

    O Cinema do Brasil em alta e em destaque – 17/9/2025 – 1129 visualizações

    O cinema brasileiro tem uma trajetória rica e diversificada, marcada por constantes reinvenções e uma busca por identidade nacional. Surgido no final do século XIX, começou com curtas-metragens modestos e evoluiu durante a “Bela Época” e o período de chanchadas e filmes experimentais, como Limite (1931). Na década de 1960, o Cinema Novo, com cineastas como Glauber Rocha e Nelson Pereira dos Santos, trouxe reconhecimento internacional ao explorar questões sociais e políticas. Filmes como O Pagador de Promessas, Orfeu Negro e Macunaíma consolidaram o prestígio do país em festivais. Nas décadas seguintes, o cinema brasileiro transitou entre comédias populares (Dona Flor e Seus Dois Maridos, Os Trapalhões), dramas aclamados (Pixote, Jango) e coproduções internacionais (O Beijo da Mulher Aranha). A partir da Retomada nos anos 1990, a produção se diversificou e conquistou público e crítica mundial. Destaques incluem Central do Brasil, Cidade de Deus, Diários de Motocicleta, Tropa de Elite, Minha Mãe É Uma Peça, animações como Rio, documentários premiados como O Sal da Terra e produções épicas como Nada a Perder. Filmes recentes, como Democracia em Vertigem, Manas, O Último Azul, Ainda Estou Aqui e O Agente Secreto, reforçam o protagonismo brasileiro no cenário internacional, conquistando prêmios em Oscars, Cannes, Berlim e outros festivais.

    Em Defesa da Ciência – 25/9/2025 – 579 visualizações

    O texto da Coluna destacou a importância da ciência em um mundo ameaçado por movimentos negacionistas, como o “terraplanismo” e o “anti-vacina”, que substituem fatos por crenças e fakenews, representando retrocessos para a humanidade. Ao longo da história, pensadores e cientistas como Galileu, Newton, Darwin, Pasteur, Curie, Einstein e Tesla avançaram o conhecimento com observação, experimentação e método científico, mostrando que a ciência se constrói sobre evidências verificáveis e replicáveis. O método científico é descrito como um processo sistemático que vai da observação à divulgação dos resultados, com base na objetividade, replicabilidade e auto correção. A ciência deve ser defendida contra desinformação e manipulação política, que ameaçam o progresso humano, o meio ambiente e a saúde pública. Abordam-se os avanços recentes na pesquisa de vacinas contra o câncer, destacando: vacinas terapêuticas e profiláticas personalizadas com mRNA (Rússia, EUA, Europa), vacinas universais e a Cimavax de Cuba, além de pesquisas promissoras no Brasil. A ciência oferece esperança ao possibilitar tratamentos inovadores e soluções para doenças graves, como câncer e COVID-19, além de tecnologias ambientais. Em síntese, a ciência é apresentada como o motor do progresso, baseada na razão e evidência, sendo essencial defender seu legado contra o obscurantismo, garantindo que conhecimento e inovação continuem a iluminar o futuro da humanidade.

    A polarização que atrasa o Brasil – 2/10/2025 – 2750 visualizações

    O Brasil enfrenta uma exaustão política marcada pela polarização entre Lula e Bolsonaro, enquanto surgem partidos que se apresentam como “novos” — como o Partido Novo e o Partido Missão — mas repetem agendas conservadoras e liberais, priorizando privatizações, cortes em políticas sociais e restrição de direitos, sem oferecer inovação democrática real. Esses movimentos refletem tendências globais de extrema-direita, como o governo de Donald Trump, baseado em fake news, desinformação e ataque às instituições. Historicamente, os partidos de direita no Brasil sempre serviram aos interesses das elites econômicas, desde o Império até a Nova República, enquanto partidos progressistas e de esquerda surgiram lutando por direitos sociais e justiça econômica. Atualmente, o sistema partidário é fragmentado: extrema-direita e direita defendem liberalismo econômico e valores conservadores; centrão busca pragmatismo e influência; centro-esquerda foca em políticas sociais; esquerda e extrema-esquerda defendem socialismo e reforma estrutural. A adesão da população pobre à extrema-direita, segundo Jessé Souza, decorre de ressentimento social, humilhação e a busca por dignidade e reconhecimento, muitas vezes reforçada por discursos meritocráticos e teologia da prosperidade, principalmente em ambientes evangélicos conservadores. Isso se manifesta como alienação política e repetição de modelos opressores, em contraste com a educação libertadora proposta por Paulo Freire, que promove consciência crítica e cidadania. A polarização intensa e a bolha das redes sociais corroem o diálogo democrático, estimulam ódio e violência, e fragmentam a convivência social. Superar essa situação exige educação crítica, empatia e cultura democrática, visando o bem comum, a dignidade, a liberdade e a igualdade, em vez da defesa de interesses de poucos ou da imposição de narrativas ideológicas.

    Franca tem voz? E quem não tem voz em Franca? – 11/10/2025 – 1145 visualizações

    A campanha “Franca Tem Voz”, lançada pela ACIF em parceria com entidades e empresas locais, apresentada como uma iniciativa cívica e apartidária para incentivar o voto consciente nas eleições de 2026. Reconhece-se o mérito do movimento ao chamar atenção para a sub-representação de Franca no Legislativo federal, mas questiona o uso do termo “apartidário”, defendendo que o conceito mais adequado seria “suprapartidário”, já que há posicionamentos políticos, ideológicos e interesses econômicos claros envolvidos. O texto rebate a ideia de que os atuais deputados estaduais de Franca “não fizeram nada” pela cidade, detalhando recursos significativos destinados por Delegada Graciela (PL) e Guilherme Cortez (PSOL) para áreas como saúde, educação e infraestrutura. Também resgata experiências passadas de representação federal e iniciativas em andamento, como a implantação do Instituto Federal em Franca. Outro ponto destacado é o caráter predominantemente econômico e corporativo do movimento, dado o protagonismo de entidades empresariais, e a necessidade de maior pluralidade, com a inclusão de sindicatos, movimentos sociais, associações comunitárias, conselhos profissionais, entidades religiosas diversas e organizações do terceiro setor. Por fim, o conceito de voto consciente deve ser mais amplo, e que vai além de votar em candidatos locais e exige pensamento crítico, fiscalização dos mandatos, defesa da democracia e compromisso com justiça social

    Dia dos Professores: entre o aplauso e a precarização, a urgência consciência de classe docente – 15/10/2025 – 824 visualizações

    O Dia dos Professores, celebrado em 15 de outubro, costuma ser marcado por homenagens simbólicas, mas a realidade da categoria é de desvalorização e precarização. Professores enfrentam salários baixos, contratos temporários, acúmulo de funções, adoecimento mental, falta de estabilidade e redução da autonomia pedagógica. O texto destaca que o reconhecimento real da profissão depende da organização coletiva e da consciência de classe, com mobilização sindical, ações judiciais, representação política e pressão por melhores condições de trabalho. Sem isso, homenagens permanecem apenas como discurso vazio.

    A crítica como ela é – 23/10/2025 – 1691 visualizações

    O texto da Coluna apresentou a crítica como o principal instrumento do conhecimento humano, essencial para a busca da verdade. Diferencia-se da opinião ou do “achismo”, sendo base da filosofia, ciência e reflexão racional. Entre o dogmatismo, que considera a verdade absoluta, e o ceticismo, que duvida de tudo, surge a crítica, que permite analisar, questionar e transformar o conhecimento. O pensamento crítico envolve dúvida, reflexão, método e rigor, sendo fundamental para distinguir entre aparência e realidade, e entre verdade popular e científica. A ciência, o racionalismo e o empirismo exemplificam como a crítica organiza a busca por conhecimento confiável. Ser crítico significa não aceitar verdades prontas, refletir de forma independente, transformar a opinião em saber e atuar como agente consciente na sociedade. É a capacidade de pensar, questionar e agir com responsabilidade, tornando-se protagonista na busca da verdade e na transformação da própria realidade.

    A cultura e a identidade: entre o local e o global – 31/10/2025 – 730 visualizações

    Cultura é o conjunto de tradições, crenças, costumes e saberes de um grupo social, transmitidos entre gerações e formadores de identidade e pertencimento. Ela envolve valores, língua, religião, artes, comportamentos e conceitos sobre o mundo, funcionando como um “mapa simbólico” que orienta a convivência social (Da Matta) e constrói a identidade pessoal e coletiva (Castells). Exemplos de interculturalidade incluem o Halloween e o Dia do Saci Pererê. O Halloween, de origem céltica e cristianizada, foi popularizado nos EUA e influenciou o Brasil, gerando debate sobre preservação cultural. O Saci, figura do folclore brasileiro, exemplifica o sincretismo e a hibridação cultural, mostrando como tradições locais podem coexistir e dialogar com influências externas. Viver a diversidade cultural implica equilibrar singularidade e interculturalidade, valorizando tradições próprias e respeitando influências externas.

    Por uma Franca Sustentável – 6/11/2025 – 587 visualizações

    Franca (SP), com cerca de 352 mil habitantes, busca transformar seu crescimento em desenvolvimento sustentável, alinhando economia, meio ambiente e bem-estar social. Inspirada pelos 17 Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS) da ONU, a cidade identifica desafios como desigualdade social, recursos financeiros limitados, falta de planejamento estratégico e baixa mobilização social. O Fórum Franca Sustentável, envolvendo governo, universidades, setor produtivo e sociedade civil, propõe um plano de ação de que indicadores locais sejam ligados aos ODS; mobilização de empresas para economia circular; educação ambiental contínua; transparência e participação cidadã; planejamento de longo prazo para 2050. Franca possui estrutura e vontade para se tornar referência em desenvolvimento sustentável no interior paulista. O sucesso dependerá da capacidade de transformar metas globais em ações locais concretas, mobilizando coletivamente sociedade, instituições e empresas, conciliando crescimento econômico, inclusão social e preservação ambiental.

    Fuga de Cérebros e Piada Pronta da Ciência Brasileira – 13/11/2025 – 570 visualizações

    O Brasil enfrenta uma grave crise na ciência e inovação: a cota de importação do CNPq para 2025 se esgotou antes do ano terminar, prejudicando laboratórios que dependem de insumos estrangeiros. O problema é estrutural e envolve precarização da carreira científica, fuga de cérebros — cerca de 7 mil cientistas emigraram nos últimos anos — e baixos investimentos em pesquisa e formação de doutores e mestres. Bolsas de pós-graduação permaneciam congeladas por anos, com valores insuficientes e restrições ao trabalho remunerado; apenas recentemente houve reajuste e flexibilização. Pesquisadores e entidades como a ANPG e Fiocruz defendem criação de carreiras públicas específicas, valorização profissional e direitos básicos para pós-graduandos. O Governo Federal lançou o Programa de Repatriação de Talentos (Conhecimento Brasil), prometendo R$ 1 bilhão em cinco anos, mas a comunidade científica critica fragilidades na seleção, salários e garantias de permanência. Concluiu-se que resolver essa crise exige mais que aumento de orçamento: é necessário replanejar a ciência, simplificar burocracia, abrir a economia e integrar conhecimento à produção e cidadania, valorizando os cientistas e evitando a exportação de talentos.

    A COP30 no Brasil:  teatro verde, resultados e o que esperar – 20/11/2025 – 2420 visualizações

    A COP30, sediada em Belém, evidenciou problemas de planejamento e contradições do Brasil: a crise de hospedagem com preços abusivos e rejeição a subsídios da ONU mostrou improviso, enquanto motéis foram transformados em hospedarias para diplomatas. Além disso, áreas de floresta foram derrubadas para a preparação do evento, contrariando a lógica ambiental da conferência. A participação indígena foi significativa — 1,6 mil líderes estiveram presentes —, mas houve críticas sobre se suas vozes realmente influenciam decisões de financiamento e políticas territoriais. Líderes Munduruku, Tukano e Tupinambá protestaram, exigindo demarcação de terras, revogação de decretos prejudiciais e proteção às comunidades. O governo prometeu novas portarias e reconhecimento territorial, ressaltando o papel central dos povos indígenas na agenda climática. Houve avanços na cooperação científica e financeira: pesquisadores brasileiros conduzem experimentos avançados na Amazônia, e o Fundo para as Florestas Tropicais (TFFF) foi anunciado, com potencial para captar até US$ 125 bilhões, incluindo destinação mínima de 20% para comunidades locais e indígenas. Países como França, Alemanha, Reino Unido, Emirados Árabes, Gana e Malásia confirmaram contribuições. O evento também teve episódios de tensão diplomática, como declarações do chanceler alemão consideradas arrogantes, e um incêndio na Blue Zone, que foi rapidamente contido sem feridos. A cidade de Franca (SP) marcou presença por meio de representantes como o deputado Guilherme Cortez, denunciando a falta de políticas climáticas eficazes em São Paulo, e outros cidadãos que documentaram o evento e participaram de encontros internacionais. Em síntese, a COP30 combinou avanços simbólicos e financeiros com improvisos, contradições e desafios estruturais.

    Franca 201 anos: entre o orgulho do passado e os desafios do futuro – 28/11/2025 – 1048 visualizações

    Franca comemorou 201 anos como uma cidade que preserva suas tradições enquanto busca inovação. Conhecida historicamente pela produção de calçados, basquete e café, hoje apresenta uma economia diversificada, incluindo indústria têxtil, metalúrgica, moveleira, de bebidas, alimentos, cosméticos, joias, varejo, tecnologia, startups e educação superior, com universidades como UNESP, UNIFRAN, FATEC e futuros projetos como o Instituto Federal de Franca. Serviços como SESI, SESC, SENAI, SENAC e SEST/SENAT reforçam o desenvolvimento local. Apesar do dinamismo econômico, a cidade enfrenta desafios significativos: trânsito caótico, aumento de moradores de rua, mau uso e manutenção inadequada de espaços públicos, problemas de saneamento em bairros como Parque do Horto e Jardim Cambuí, baixo piso salarial, informalidade, trabalho infantil e violência contra mulheres. O texto destaca que Franca só poderá se consolidar como uma Smart City se unir inovação e cuidado: investir em tecnologia, economia criativa e gestão urbana, ao mesmo tempo em que promove inclusão social, mobilidade, segurança, preservação ambiental e valorização profissional. Em síntese, Franca é uma cidade de forte tradição e potencial moderno, mas precisa equilibrar crescimento econômico com justiça social e qualidade de vida para se tornar plenamente sustentável e humana.

    A economia brasileira com avanços, diplomacia e contradições no cenário global – 5/12/2025 – 941 visualizações

    Esta matéria da coluna foi elogiada por economistas acadêmicos e ficou entre os três primeiros lugares na área econômica do Portal FNT. A economia do Brasil mostra sinais claros de recuperação após anos de instabilidade. A inflação está baixa (3,73% a.a.), o dólar recuou (R$ 5,44) e o desemprego caiu para 5,6%, com crescimento em setores como agronegócio, energia, saúde, e-commerce, educação online, indústria automobilística, varejo e construção civil. O PIB projetado para 2025 é de 2,3%, com aumento da renda média dos brasileiros de R$ 3.094,00 (2023) para R$ 3.208,00 (2024), e previsão de R$ 3.484,00, embora a taxa SELIC permaneça alta em 15% ao ano. O consumidor sente efeitos positivos: preços de alimentos, eletrodomésticos, vestuário e combustíveis mais acessíveis, além de maior oferta de crédito e expansão do mercado automotivo. A Reforma Tributária avançou, simplificando impostos e promovendo redistribuição de renda, com isenção de IR para quem ganha até R$ 5 mil e taxação progressiva para os “super-ricos”. No plano internacional, o Brasil conseguiu reduzir tarifas impostas pelos EUA, garantindo previsibilidade para exportadores, e reforçou a agenda laboral, promovendo revisão de escalas de trabalho, com propostas de 5×2 e debates sobre 4×3. Apesar das melhorias internas, o Brasil caiu para a 11ª posição entre as maiores economias do mundo, sendo superado pela Rússia e pelo Canadá, mostrando desafios de competitividade global.Em síntese, o país está em reestruturação econômica, com avanços internos significativos, mas ainda precisa equilibrar crescimento, inclusão, competitividade internacional e coerência fiscal, mantendo planejamento e diálogo constantes.

    Dia Internacional dos Direitos Humanos, sombras do passado e ações em defesa da dignidade humana – 10/12/2025 – 817 visualizações

    Em 10 de dezembro de 2025, o mundo celebrou os 77 anos da Declaração Universal de Direitos Humanos (DUDH), criada em 1948 após os horrores da Segunda Guerra Mundial, como um marco para a dignidade humana e a proteção de direitos fundamentais. A DUDH inspirou a Carta Internacional de Direitos Humanos, composta também pelo Pacto Internacional sobre Direitos Civis e Políticos (PIDCP, 1966) e pelo Pacto Internacional sobre Direitos Econômicos, Sociais e Culturais (PIDESC, 1966), que separaram os direitos em categorias com implementação imediata ou progressiva. O documento continua sendo referência global e moral, orientando políticas, leis e a Agenda 2030 para o desenvolvimento sustentável. No entanto, ameaças contemporâneas, como o neonazismo e ideologias supremacistas, desafiam sua implementação, evidenciando falhas institucionais no Brasil, incluindo respostas dispersas da segurança pública e legislação insuficiente. Em Franca, diversos grupos promovem a defesa dos direitos humanos, como a Comissão da OAB, a Clínica de Direitos Humanos da UNESP, a Comissão Justiça e Paz da Diocese e o Núcleo Reconhecer da Prefeitura. Esses esforços reforçam que a proteção dos direitos humanos envolve garantir dignidade, liberdade, acesso equitativo a educação, saúde, trabalho, segurança e bem-estar para todos, combatendo o ódio e a exclusão social.

    A encruzilhada digital – 19/12/2025 – 872 visualizações

    As redes sociais se tornaram a nova ágora global, ampliando a liberdade de expressão e permitindo a troca instantânea de opiniões e informações. Porém, também potencializam desinformação, discursos de ódio e violações de direitos fundamentais, gerando dilemas sobre como conciliar liberdade de expressão com proteção de terceiros. No Brasil, a Constituição de 1988 garante esse direito, mas ele não é absoluto e deve respeitar a dignidade, a privacidade e a proteção contra discriminação. O desafio é aplicar princípios tradicionais a um ambiente digital de alcance global, onde a identificação de responsáveis é difícil. As plataformas exercem grande poder regulatório, controlando visibilidade e moderação de conteúdos. A falta de transparência e concentração de poder levanta questões de legitimidade democrática e responsabilização. Modelos regulatórios variam: os EUA privilegiam isenção de responsabilidade (Seção 230), enquanto a União Europeia adota regras de responsabilidade graduada (Digital Services Act). Em síntese, a regulação da liberdade de expressão nas redes sociais não restringe o direito em si, mas atualiza seus limites constitucionais e legais para a era digital, equilibrando liberdade individual e proteção coletiva.

    Uma mensagem crônica do Natal Real – 24/12/2025 – 30652 visualizações

    A matéria da Coluna com maior número de visualizações, que ficou em primeiro lugar como a mais lida do Portal Fato no Ato neste final de ano entre 27 a 29 de dezembro. O texto da Coluna é uma crônica que critica a forma comercial e superficial como o Natal é celebrado no Brasil, destacando o contraste entre o consumismo e a realidade das pessoas que vivem na pobreza e exclusão social. Aponta que o Papai Noel moderno é uma invenção publicitária e que se perdeu a mensagem central do Natal: o nascimento de Jesus Cristo (Ieshuá Mashiah), que representa humildade e solidariedade. Resgatou-se a figura histórica de São Nicolau de Mira, verdadeiro precursor da tradição de presentear, e enfatiza que a essência do Natal cristão é a Encarnação de Deus em um ser humano frágil e marginalizado, independente de datas ou tradições pagãs sobre solstícios e festivais. Mencionou-se sobre exemplos contemporâneos de vivência do Natal na prática, como o Padre Júlio Lancellotti em São Paulo, que ajuda moradores de rua com alimentação, cobertores e cuidado, enfrentando resistência de autoridades e conservadores. Por fim, reforçou que o verdadeiro presépio está nas ruas, nas favelas, entre refugiados e excluídos, e que celebrar o Natal significa reconhecer Jesus nos marginalizados, promovendo amor, solidariedade, generosidade e fraternidade.

    AMIGO LEITOR e AMIGA LEITORA da COLUNA INTELECTO SABER

    Ao encerrar este ano, olhamos para trás com gratidão. Chegamos ao fim de um ciclo de matérias que, apesar dos desafios, foi repleto de construção, desafio e aprendizado. Entendo que o fim de um ano não é um ponto final, mas uma vírgula que nos prepara para algo maior e mais promissor.

    Para 2026, desejo que nossas jornadas sejam de reflexão e crescimento. Que todos tenham a coragem de deixar para trás o que já não serve, e abra o espaço para que o novo possa florescer com luz e positividade. Que a prosperidade e a abundância acompanhem cada passo de todos os leitores e de todas as leitoras, e que a saúde seja nossa maior riqueza, que traz o equilíbrio necessário para cuidar de nós mesmos e de quem nós amamos.

    Que este novo ano seja uma sucessão de momentos significativos, onde o amor e a amizade aqueçam nossos corações. Vamos para esta próxima etapa, para o próximo ano, com a certeza de que o melhor ainda está por vir.

    FELIZ ANO NOVO! FELIZ 2026!

    Gratidão, paz, bem e luz para tod@s!

    Lúcio Rangel Ortiz é escritor de ficção, fantasia, poesia, produção acadêmica, cronista, ensaista e romancista, palestrante e colunista do Portal de Notícias Fato no Ato – Coluna “Intelecto Saber”. É advogado consultor e assessor jurídico, mestre em planejamento e análise de políticas públicas formado pela UNESP, MBA em gestão de projetos pela USP, especialista em direito civil e direito processual civil pela TOLEDO de Presidente Prudente, especialista em direito público, em lei geral proteção de dados e em direito digital pelo LEGALE de São Paulo, especialista em gestão pública pela UFSCar e em ensino de sociologia pela UFSJ (Universidade Federal de São João Del Rei). É professor na rede pública paulista e coordenador pedagógico substituto na Prefeitura Municipal de Franca. É, também, pedagogo, administrador público, licenciado em matemática, filosofia e sociologia e tecnólogo em processamento de dados.  Já publicou artigos na Revista Eletrônica da Faculdade de Direito de Franca, na Revista e Site Âmbito Jurídico de Porto Alegre (RS), na Revista Caderno Pedagógico, na Revista Interdisciplinar Geopolítica, na Net Saber, no Web Artigos e no Portal Jus Brasil. É avaliador parecerista na Revista Digital de Direito Administrativo da USP Ribeirão Preto e da Revista de Relações Sociais da Universidade Federal de Viçosaar. Praticante de Tai Chi Chuan, Kung Fu e Meditação, adora ler livros de vários estilos (literatura, filosofia, psicologia, teologia, política, ciência e cultura), ouvir boa música (MPB, Pop, Instrumental, Clássica, Rap, Rock, Lounge Music e Eletrônica), dançar, compor e escrever. 

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