EU SI DIVIRTO!
O médico estava namorando a enfermeira gostosona e ela acabou engravidando. Ele não queria que a sua mulher descobrisse, deu dinheiro à enfermeira e pediu que ela voltasse para sua cidade natal em Minas e tivesse o bebê por lá. – Mas como vou avisá-lo quando o bebê nascer? – Mande um postal e escreva: pão de queijo! Eu cuidarei das despesas da criança. Alguns meses se passaram e, um dia, quando o médico chegou em casa, a sua esposa lhe disse: – Querido, você recebeu um cartão postal de Minas Gerais e eu não consigo entender o significado da mensagem. Ele leu o cartão e caiu no chão com um violento ataque cardíaco. Foi levado às pressas à emergência do hospital e o cardiologista perguntou à esposa: – Aconteceu algo que possa ter causado o ataque? – Ele apenas recebeu este cartão postal que está escrito o seguinte: – Cinco pães de queijo. Três com linguiça e dois sem…….
ESTAMOS DE OLHO!
“A indústria da importunação”
Está cada vez mais difícil sair de casa sem ser abordado por alguém pedindo algo — no semáforo, na praça, na porta da igreja, no estacionamento ou até dentro de comércios. A cena é a mesma: insistência, importunação, e muitas vezes, uma verdadeira pressão emocional sobre quem apenas quer exercer seu direito de ir e vir em paz. O ato de pedir, quando nasce da real necessidade, merece respeito e compaixão. Mas o que se vê hoje ultrapassa qualquer limite do bom senso. Criou-se uma verdadeira “indústria do pedido”, onde muitos transformaram a carência em profissão, a insistência em método e o constrangimento em ferramenta. Enquanto alguns realmente lutam por um prato de comida, outros se aproveitam da boa-fé alheia, recusam oportunidades de trabalho e vivem de explorar a piedade dos outros. A solidariedade virou alvo de abuso, e o cidadão de bem, cansado, já não sabe mais em quem confiar. Chega de transformar cada esquina em um campo de assédio disfarçado de necessidade. A cidade precisa voltar a ser um espaço de convivência e respeito — não um terreno onde a culpa e a coerção se impõem a quem apenas tenta viver sua rotina. Ser solidário é nobre. Ser importuno é inaceitável.



