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    Início » COP30: A Amazônia no Centro do Tabuleiro Climático Mundial
    Política

    COP30: A Amazônia no Centro do Tabuleiro Climático Mundial

    Lucio RangelBy Lucio Rangel21 de agosto de 2025Updated:27 de agosto de 20251.362 Views

    Do dia 10 a 21 de novembro de 2025, haverá a 30ª Conferência das Nações Unidas sobre Mudanças Climáticas (COP 30), que será realizada na cidade de Belém, estado do Pará, Brasil. Será um grandioso evento que está sendo bem preparado para debates, discussões e negociações em duas semanas que líderes políticos poderão assinar Tratados Internacionais. A Conferência terá duas zonas de dinamização: Zona Azul (própria da ONU) e a Zona Verde (aberta ao público que poderá ter painéis, debates e atividades culturais, entre outras atividades programas), temas cruciais ( redução de emissões de gases de efeito estufa, a adaptação às mudanças climáticas, o financiamento climático para países em desenvolvimento, tecnologias de energia renovável e soluções de baixo carbono, preservação de florestas e biodiversidade, justiça climática e os impactos sociais das mudanças climáticas).

    A COP30 será presidida pelo embaixador André Corrêa do Lago e terá Ana Toni como CEO da Conferência. As ministras Marina Silva, do Meio Ambiente e Mudança do Clima, e Sonia Guajajara, dos Povos Indígenas, vão participar como representantes oficiais do Brasil em vários momentos do evento.

    Países que confirmaram presença no evento: França (Presidente Emmanoel Macron confirmou), Estados Unidos, Reino Unido, Emirados Árabes, Uruguai, Suíça, Nova Zelândia, Andorra, Equador, Santa Lúcia, Singapura, Ilhas Marshall, Canadá, Japão, Zimbábue, Cuba, Montenegro, Maldives, Zâmbia e o Brasil como anfitrião. Até setembro, outros países confirmarão presença. O Papa Leão XIV do Estado do Vaticano e o Presidente dos EUA Donald Trump foram convidados pelo Presidente Lula para participarem. Estão previstos 40.000 participantes entre políticos, cientistas, ativistas, empresários e pesquisadores.

    (Fonte: https://revistaamazonia.com.br/belem-recebera-mais-de-13-bi-para-a-cop-30/)

    A escolha da cidade de Belém não é apenas geográfica, é simbólica. Trazer chefes de Estado, empresas, cientistas e ativistas para o coração da Amazônia é, ao mesmo tempo, uma aposta ousada e um teste decisivo para o Brasil.

    Se há algo que une governos, empresas, instituições e ONGs neste momento é a preocupação com a escalada das mudanças climáticas. Não é exagero: ondas de calor recordes, enchentes devastadoras, secas prolongadas e incêndios florestais têm mostrado que não se trata mais de uma previsão futura, mas de uma realidade presente.

    A Organização Mundial Meteorológica (OMM) emite alertas frequentes do derretimento dos polos norte e sul terrestre, ou seja, da Antártica e do Ártico. São mais de de 9 trilhões de toneladas de gelo perdidos desde 1975 e com 1,5º C (um inteiro e cinco décimos de graus Celsius) aumentando a temperatura do planeta a cada ano, está provocando derretimentos nas geleiras que impressionam os cientistas com a rapidez do fenômeno, o que vai com o tempo aumentar o nível do mar nas regiões litorâneas em todos os continentes. Já se observa 18 milímetros a mais nas costas litorâneas, principalmente, nas regiões sul e norte do planeta.

    Por isso que a pressão é global:

    • Governos são cobrados a assumir metas mais rígidas de redução de emissões – O Acordo de Paris e o Protocolo de Kyoto são dois acordos internacionais importantes na luta contra as mudanças climáticas, mas que tiveram abordagens e escopos diferentes.  O Protocolo de Kyoto, estabelecido em 1997, tinha metas de redução de emissões de gases de efeito estufa obrigatórias para países desenvolvidos, enquanto o Acordo de Paris, adotado em 2015, busca um esforço global com metas definidas por cada país, visando manter o aumento da temperatura média global abaixo de 2°C. 
    • Empresas, antes resistentes, hoje percebem que sustentabilidade é questão de sobrevivência de mercado .Nos últimos anos, vimos grandes corporações se comprometerem a: migrar para energia renovável em suas operações; reduzir emissões em cadeias de fornecedores e logística; adotar a economia circular, diminuindo resíduos e reaproveitando materiais; desenvolver produtos sustentáveis, da mobilidade elétrica a alimentos menos poluentes; e publicar relatórios de transparência climática, auditados e fiscalizados por órgãos independentes. Nesse cenário, destaca-se o ESG (Environmental, Social and Governance), que deixou de ser apenas um selo de marketing para se tornar critério de investimento e de sobrevivência no mercado. O “E” representa que pressiona pela redução de emissões e proteção ambiental; o “S” exige responsabilidade social e inclusão; e o “G” impõe transparência e ética na governança. Hoje, fundos internacionais e bancos só financiam quem comprova práticas sustentáveis. O ESG se torna mais critério padrão, principalmente, para as empresas buscarem e efetivarem práticas sustentáveis, sociais e de transparência de governança.
    • ONGs e movimentos sociais denunciam que a transição energética, se não for justa, pode aprofundar desigualdades – novamente, a importância do ESG como práticas sustentáveis, que devem incluir as questões sociais no sentido de proporcionar o “Bem-Estar Social” da população, ou seja, qualidade de vida com melhores condições de acesso à alimentação, à moradia, à saúde, à educação, ao emprego e melhores condições de trabalho, à previdência, ao lazer, esporte e cultura,, o que, praticamente, corresponde às 17 metas da ODS (Objetivos do Desenvolvimento Sustentável).
    • Instituições financeiras e multilaterais são chamadas a destravar o financiamento climático, um gargalo histórico – observe-se o exemplo de Bank of America, um dos 10 maiores bancos do mundo, que decidiu financiar uma revolução em sustentabilidade. O banco direcionou US$ 87 bilhões de dólares em financiamento para projetos de energia renovável e iniciativas de negócios sustentáveis. Esses investimentos financiaram projetos que vão desde turbinas eólicas no Texas (EUA) a painéis solares no interior da Índia e a maior substituição de iluminação incandescente e fluorescente para iluminação LED, a fim de proporcionar energia limpa e ajudar a encontrar oportunidades para mitigar as Alterações Climáticas.

    O que são os 17 ODS da ONU?

    (Fonte: https://www.crea-rj.org.br/agenda-2030-da-onu-e-os-17-objetivos-de-desenvolvimento-sustentavel/)

    Os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS) da ONU, também conhecidos como Agenda 2030, que são um plano global para alcançar um futuro mais sustentável e melhor para todos e gerações futuras. São 17 objetivos interconectados que abordam desafios globais como a pobreza, a fome, a desigualdade, a degradação ambiental e as mudanças climáticas.  E os seus objetivos são:

    1. Erradicação da Pobreza: Acabar com a pobreza em todas as suas formas, em todos os lugares.

    2. Fome Zero e Agricultura Sustentável: Acabar com a fome, alcançar a segurança alimentar e melhorar a nutrição, e promover a agricultura sustentável.

    3. Saúde e Bem-Estar: Assegurar uma vida saudável e promover o bem-estar para todos, em todas as idades.

    4. Educação de Qualidade: Assegurar a educação inclusiva e equitativa de qualidade, e promover oportunidades de aprendizagem ao longo da vida para todos.

    5. Igualdade de Gênero: Alcançar a igualdade de gênero e empoderar todas as mulheres e meninas.

    6. Água Potável e Saneamento: Garantir a disponibilidade e a gestão sustentável da água e saneamento para todos.

    7. Energia Acessível e Limpa: Assegurar o acesso à energia acessível, confiável, sustentável e moderna para todos.

    8. Trabalho Decente e Crescimento Econômico: Promover o crescimento econômico inclusivo e sustentável, emprego pleno e produtivo, e trabalho decente para todos.

    9. Indústria, Inovação e Infraestrutura: Construir infraestruturas resilientes, promover a industrialização inclusiva e sustentável e fomentar a inovação.

    10. Redução das Desigualdades: Reduzir a desigualdade dentro dos países e entre eles.

    11. Cidades e Comunidades Sustentáveis: Tornar as cidades e os assentamentos humanos inclusivos, seguros, resilientes e sustentáveis.

    12. Consumo e Produção Sustentáveis: Assegurar padrões de produção e de consumo sustentáveis.

    13. Ação contra a Mudança Global do Clima: Tomar medidas urgentes para combater a mudança climática e seus impactos.

    14. Proteger a Vida Marinha: Conservar e usar de forma sustentável os oceanos, mares e recursos marinhos para o desenvolvimento sustentável.

    15. Proteger a Vida Terrestre: Proteger, recuperar e promover o uso sustentável dos ecossistemas terrestres, gerir de forma sustentável as florestas, combater a desertificação, deter e reverter a degradação da terra e deter a perda de biodiversidade.

    16. Paz, Justiça e Instituições Eficazes: Promover sociedades pacíficas e inclusivas para o desenvolvimento sustentável, proporcionar o acesso à justiça para todos e construir instituições eficazes, responsáveis e inclusivas em todos os níveis.

    17. Parcerias e Meios de Implementação: Fortalecer os meios de implementação e revitalizar a parceria global para o desenvolvimento sustentável.

    Esses objetivos abrangem dimensões sociais, econômicas e ambientais, com o objetivo de garantir um futuro sustentável para todos. A Agenda 2030 da ONU é um plano ambicioso, mas com a colaboração de todos os países e da sociedade, e que é possível alcançar esses objetivos e construir um mundo melhor, segundo as Nações Unidas.  E tais objetivos vão de encontro como um dos objetivos da COP30.

    (Fonte: https://www.wwf.org.br/nossosconteudos/biomas/amazonia/)

    O paradoxo da Amazônia

    A COP 30 também expõe um paradoxo brasileiro. De um lado, o país quer se apresentar como líder ambiental, guardião da floresta, defensor de uma transição justa.

    A presença da Amazônia no centro do debate é inegociável. Mas o risco é que o encontro vire um espetáculo de boas intenções, sem impacto real. O mundo não precisa de mais promessas: precisa de resultados. Belém, com sua beleza e fragilidade, será testada em sua capacidade logística e simbólica. Mais de 40 mil visitantes devem desembarcar em uma cidade que ainda luta com infraestrutura limitada e desigualdades sociais profundas. A pergunta que ecoa é: será possível sediar um evento global sobre sustentabilidade em uma região que convive diariamente com os efeitos da falta de políticas públicas sustentáveis?

    O Governo Federal tem implementado diversas políticas públicas com foco na sustentabilidade, tanto em termos sociais quanto ambientais. Entre as principais, destacam-se:

    1. Desmatamento zero na Amazônia:  tem como meta reduzir a taxa de desmatamento na Amazônia a zero, o que é um passo importante para a preservação da maior floresta tropical do mundo e a mitigação das mudanças climáticas.
    2. Emissão zero de gases do efeito estufa: A busca pela emissão zero de gases do efeito estufa que visa diminuir a contribuição do Brasil para o aquecimento global e promover um desenvolvimento mais sustentável.
    3. Fomento a energias renováveis: incentivo ao desenvolvimento e a utilização de fontes de energia renovável, como a solar e a eólica, buscando reduzir a dependência de combustíveis fósseis.
    4. Isenção do Imposto de Renda: A medida visa beneficiar a população de baixa renda, aumentando o poder de compra e promovendo a inclusão social. Busca-se isenção de IR para quem ganha até 5 mil reais, mas em 2026, garantiu a isenção para quem ganha até 2 salários mínimos (R$ 3.050,00).
    5. Reforma Tributária: A reforma tributária em andamento no Congresso Nacional que busca simplificar o sistema tributário e torná-lo mais justo, com potencial para reduzir a desigualdade social, com finalidade de diminuir a carga tributária de 37% para 26% de todo o PIB do país.
    6. Igualdade salarial: O governo busca garantir a igualdade salarial entre homens e mulheres, combatendo a discriminação e promovendo a justiça social, com legislação e fiscalização.
    7. Programas de transferência de renda:  manter e expandir programas de transferência de renda, como o Bolsa Família, que visam garantir um mínimo de dignidade para as famílias em situação de extrema pobreza.

    Enfim…

    A COP 30 tem potencial de ser um divisor de águas. Mas só o será se conseguir transformar preocupação em compromisso, compromisso em ação, e ação em resultados mensuráveis. O planeta não pode esperar mais uma década de promessas vazias.

    Há ainda uma incerteza de cumprimento do acordo, da presença dos presidentes da China e dos Estados Unidos, que são países considerados mais poluentes do mundo, a questão da infraestrutura de Belém estar pronta a tempo, a mega especulação financeira dos hotéis e imóveis na cidade de Belém que assusta os participantes e turistas, a dubiedade do próprio Brasil cumprir metas ambientais diante de investimentos econômicos de exploração na região amazônica (exemplo da construção da Hidrelétrica Belo Monte, exploração da Petrobrás na busca de petróleo no litoral amazônico, desmatamento de 13 km de floresta para tráfego Belém, plantio de soja, pecuária na região amazônica e outros empreendimentos econômicos que podem contrapor aos que defendem a preservação da natureza.

    O futuro climático do mundo não será decidido apenas em discursos de cúpula, mas em como governos, empresas, instituições e a sociedade civil se mobilizarão depois de Belém. Na realidade, a COP30 é um desafio de conciliar a sustentabilidade com desenvolvimento e qualidade de vida para as pessoas. O recado é claro: a Amazônia não é palco, é protagonista. E dela depende a sobrevivência de todos!

    Lúcio Rangel Ortiz – advogado, mestre em planejamento e análise de políticas públicas (UNESP), MBA em gestão de projetos (USP), pós-graduado em gestão pública (UFSCar) e em direito público (LEGALE), graduado em administração pública e filosofia pela UFSJ, em pedagogia pela UNIUBE e em sociologia pela Uni-FAVENI. É escritor, palestrante, pesquisador do Grupo DeMus (Direito e Mudança Social) da UNESP Campus Franca, assessor ESG Pro Brasil e membro do Fórum Franca Sustentável.

    Ecologia economia sustentável MEIO AMBIENTE ONU política pública Sustentabilidade Tratado Internacional

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