Close Menu
Portal FNTPortal FNT

    Subscribe to Updates

    Get the latest creative news from FooBar about art, design and business.

    Desabamento de prédio na Zona Leste de SP deixa cinco mortos; obra estava irregular

    13 de setembro de 2026

    Palmeiras vence Choque-Rei, volta à liderança, e Santos embala no Brasileirão

    13 de setembro de 2026

    GP da Espanha: Antonelli vence 1ª corrida da F1 em Madring, e Bortoleto é 13º

    13 de setembro de 2026
    Facebook X (Twitter) Instagram YouTube WhatsApp
    FNT no Fato
    • Desabamento de prédio na Zona Leste de SP deixa cinco mortos; obra estava irregular
    • Palmeiras vence Choque-Rei, volta à liderança, e Santos embala no Brasileirão
    • GP da Espanha: Antonelli vence 1ª corrida da F1 em Madring, e Bortoleto é 13º
    • Mega-Sena 3057 acumula e prêmio sobe para R$ 95 milhões; confira os números sorteados
    • Mulher com medida de proteção é morta a facadas pelo ex-marido em Guará
    • Destacar o muito querido Dr. Francisco de Lúcio Tersi é sempre motivo de grande satisfação. Promotor de Justiça dos mais combativos e respeitados de nossa cidade, deixou sua marca pela firmeza, competência e compromisso com a Justiça. Também teve importante atuação como professor em nossos cursos jurídicos, contribuindo para a formação de novas gerações de profissionais do Direito. Um nome que merece nosso carinho, respeito e permanente admiração!
    • O destacado e extremamente capacitado Dr. Pedro José Olivito Lancha é daqueles profissionais que honram a advocacia e fazem do conhecimento, da ética e da dedicação os pilares de uma trajetória admirável. Com reconhecida competência na área jurídica, destaca-se pela seriedade, inteligência e profundo compromisso com o exercício do Direito. Um nome de respeito, que merece nosso reconhecimento, carinho e admiração.
    • Fabiano Simões e Malu, ao lado das queridas filhas, Helena e Eleonora, e do genro, Vitor, formam uma família muito especial, daquelas que conquistam pelo carinho, pela amizade e pelos valores que cultivam. Amigos do nosso maior bem-querer, recebem hoje nosso destaque especial, repleto de carinho, admiração e gratidão, como eles verdadeiramente merecem. É sempre uma grande alegria poder registrar e celebrar pessoas tão queridas e especiais para nossa família!
    • Profissional de enorme talento, competência e sensibilidade, Matheus Rodrigues é um dos nomes mais conceituados e requisitados da arquitetura francana. Com projetos que aliam criatividade, sofisticação e excelência, vem construindo uma trajetória de muito sucesso e reconhecimento. Matheus merece, sem dúvida, nosso carinho, nossa admiração e este destaque especial!
    • Os diretores da Audibel Franca, Dr. Anderson Denis de Melo e Prof.ª Dra. Kátia Mirian de Melo Silveira, merecem nosso destaque especial pela dedicação, competência e compromisso à frente de uma empresa que se tornou referência em nossa cidade. Profissionais respeitados e queridos, eles conduzem a Audibel com excelência, carinho e muita responsabilidade, sempre valorizando o bem-estar e a qualidade de vida de seus pacientes. Tenho por eles muito carinho, amizade e uma enorme admiração, já que deles sempre recebo atenções especiais em meu trabalho. Nosso destaque a estes queridos amigos.
    Portal FNTPortal FNT
    • Home
    • Cairo Still
    • Sem Travas
    • Local
    • Familia Verzola
    • Franca Cidadã
    • Mulher Q Empreende
    • Fato Esportivo
    • Porça News
    • Agora Franca
    • Intelecto Saber
    • +Colunas
      • Sociedade Organizada
      • HUMANARTE
      • Rádio FNT
      • Região
      • Viva Saudável
      • Edgar Ajax
      • Vitamina Podcast
      • Cultura
      • Brasil
      • Cultura
      • Tecnologia
      • Natureza Online
      • Still Audiovisuais
      • Uma Palavra de Fé
      • NOTÍCIAS CORPORATIVAS
    Portal FNTPortal FNT
    Início » Agressor, mídia e sociedade: quantas vezes a vítima morre?
    Notícias Corporativas

    Agressor, mídia e sociedade: quantas vezes a vítima morre?

    DINOBy DINO9 de julho de 2026
    Agressor, mídia e sociedade: quantas vezes a vítima morre?
    Agressor, mídia e sociedade: quantas vezes a vítima morre?

    A cada novo caso de feminicídio ou agressão contra uma mulher, o país parece reviver o mesmo roteiro: choque, indignação e uma rápida sucessão de manchetes que logo cedem espaço à próxima urgência do noticiário. O problema é que, quando a violência doméstica é narrada apenas como um episódio isolado, perde-se a dimensão mais importante da questão: ela é um fenômeno estrutural, sustentado por desigualdades históricas, relações de poder e falhas coletivas de proteção.

    Essa constatação não nasce apenas da experiência clínica. Em pesquisa de doutorado em Psicologia, Milena Paula Samuel analisou 3.350 notícias publicadas entre 2015 e 2023 em cinco grandes jornais brasileiros para compreender como a violência contra mulheres, crianças e adolescentes é apresentada ao público. O resultado revelou um padrão preocupante: a cobertura concentra-se majoritariamente no fato consumado, a agressão, a prisão ou a morte, enquanto dedica muito menos espaço à prevenção, à rede de apoio e aos sinais anteriores da violência.

    Quando a notícia começa apenas no momento da tragédia, a sociedade é levada a acreditar que aquele caso surgiu de forma repentina. Mas a violência doméstica raramente começa com um crime extremo. Ela costuma ser precedida por controle, humilhações, isolamento, ameaças, dependência emocional ou econômica e sucessivas violações da autonomia da mulher. São sinais que, muitas vezes, permanecem invisíveis porque culturalmente ainda aprendemos a minimizar comportamentos abusivos dentro das relações afetivas.

    O Brasil possui uma das legislações mais avançadas do mundo no enfrentamento à violência doméstica, representada pela Lei Maria da Penha. Ainda assim, milhares de mulheres continuam encontrando dificuldades para romper o ciclo da violência. Muitas não denunciam por medo, dependência financeira, preocupação com os filhos ou pela esperança de que o parceiro mude. Outras chegam a procurar ajuda, mas encontram respostas fragmentadas entre saúde, assistência social, segurança pública e Justiça.

    É nesse ponto que a forma como falamos sobre violência se torna decisiva. A linguagem nunca é neutra. Quando uma reportagem enfatiza "crime passional", "briga de casal" ou "desentendimento amoroso", desloca o foco da responsabilidade do agressor e suaviza a gravidade do que ocorreu. Quando contextualiza o caso como violência de gênero, explica os mecanismos de proteção e informa os canais de ajuda, transforma-se em instrumento de prevenção.

    Segundo Milena Paula Samuel, doutora em Psicologia, a prática clínica evidencia com frequência mulheres altamente escolarizadas, profissionais bem-sucedidas e socialmente independentes perguntando a si mesmas por que permaneceram tanto tempo em relações violentas. Essa pergunta revela um equívoco coletivo: ainda imaginamos que a violência doméstica atinge apenas mulheres vulneráveis economicamente ou com pouca instrução. A realidade é muito mais complexa. O abuso pode atravessar qualquer classe social, profissão ou nível de escolaridade, justamente porque opera também por vínculos afetivos, culpa, medo e desgaste emocional progressivo.

    "Precisamos abandonar a ideia de que o enfrentamento da violência doméstica é responsabilidade exclusiva da vítima. Trata-se de uma tarefa social. Escolas, empresas, serviços de saúde, vizinhos, familiares e meios de comunicação têm papel fundamental na identificação precoce dos sinais de risco. Quanto mais cedo a violência é reconhecida, maiores são as chances de proteção antes que ela evolua para formas graves ou letais", afirma Milena.

    Também é necessário ampliar o debate sobre os impactos da violência na trajetória profissional das mulheres. Muitas vítimas faltam ao trabalho, reduzem sua produtividade, abandonam projetos ou interrompem carreiras devido ao sofrimento psicológico e às consequências práticas do abuso. A violência doméstica não permanece dentro de casa: ela afeta a economia, a saúde pública e o desenvolvimento social do país.

    Transformar essa realidade exige mais do que indignação momentânea. Exige informação qualificada, responsabilidade coletiva e uma mudança na maneira como enxergamos os relacionamentos abusivos. Enquanto continuarmos tratando cada caso como uma tragédia privada, seguiremos chegando tarde demais. A pergunta que precisamos fazer não é apenas por que uma mulher não saiu antes, mas por que a sociedade ainda demora tanto para reconhecer os sinais que antecedem a violência.

    Sobre Milena Paula Samuel

    Milena Paula Samuel é doutora em Psicologia, pesquisadora das narrativas midiáticas sobre violência e autora do livro "Até que a Morte Nos Separe? Metendo a Colher e Promovendo Saúde nos Relacionamentos Conjugais".

    COMUNICAÇÃO MÍDIA POLÍTICAS SAÚDE E BEM-ESTAR SOCIEDADE

    Related Posts

    Na noite passada, uma noite repleta de estrelas celebrou a loja principal da Moncler na Quinta Avenida, marcando o início de um novo capítulo na duradoura história de amor da marca com Nova York

    12 de setembro de 2026

    Coca-Cola Brasil amplia impacto no Rock in Rio

    11 de setembro de 2026

    Transporte de cargas tem desafios de custos e eficiência

    11 de setembro de 2026
    -Clique e ouça
    Posts Recentes
    • Desabamento de prédio na Zona Leste de SP deixa cinco mortos; obra estava irregular
    • Palmeiras vence Choque-Rei, volta à liderança, e Santos embala no Brasileirão
    • GP da Espanha: Antonelli vence 1ª corrida da F1 em Madring, e Bortoleto é 13º
    • Mega-Sena 3057 acumula e prêmio sobe para R$ 95 milhões; confira os números sorteados
    • Mulher com medida de proteção é morta a facadas pelo ex-marido em Guará
    Sobre nós

    Sua fonte para as notícias de qualidade, sem tendências políticas e ideológicas, a verdade sem manipulação. “Jornalismo Raiz”.

    Aceitamos sugestões de pauta.

    Envie-nos um e-mail: jornalismo@fatonoato.com.br

    Facebook Instagram YouTube
    Fato no Insta e Face
    • Instagram
    • Facebook
    Veja Também
    Destaques

    Fazenda Barra Grande celebra tradição histórica no Dia Nacional da Cachaça

    By Repórter no Fato

    Com o Engenho mais antigo em funcionamento no Estado de São Paulo, propriedade em Itirapuã…

    Horta que transforma: Oficina Agrícola completa sete anos e vende hortaliças em Franca 

    9 de setembro de 2026

    Festa Di San Gennaro da Apae começa nesta quinta em novo espaço

    9 de setembro de 2026

    Saiba como fica o atendimento da Sabesp no feriado de 7 de setembro em Franca e região

    4 de setembro de 2026
    Arquivos
    • setembro 2026
    • agosto 2026
    • julho 2026
    • junho 2026
    • maio 2026
    • abril 2026
    • março 2026
    • fevereiro 2026
    • janeiro 2026
    • dezembro 2025
    • novembro 2025
    • outubro 2025
    • setembro 2025
    • agosto 2025
    • julho 2025
    • junho 2025
    • maio 2025
    • abril 2025
    • março 2025
    • fevereiro 2025
    • janeiro 2025
    • dezembro 2024
    • novembro 2024
    • outubro 2024
    • setembro 2024
    • agosto 2024
    • julho 2024
    • junho 2024
    • maio 2024
    • abril 2024
    • março 2024
    • fevereiro 2024
    • janeiro 2024
    • dezembro 2023
    • novembro 2023
    • outubro 2023
    • setembro 2023
    • agosto 2023
    • julho 2023
    • junho 2023
    • maio 2023
    • abril 2023
    • março 2023
    • fevereiro 2023
    • janeiro 2023
    • dezembro 2022
    • novembro 2022
    • outubro 2022
    • setembro 2022
    • agosto 2022
    • julho 2022
    • junho 2022
    • maio 2022
    • abril 2022
    • março 2022
    • fevereiro 2022
    • janeiro 2022
    © 2026 ThemeSphere. Designed by Grupo Rádio Empresa Brasil.

    Type above and press Enter to search. Press Esc to cancel.