Close Menu
Portal FNTPortal FNT

    Subscribe to Updates

    Get the latest creative news from FooBar about art, design and business.

    AI/R Compass UOL é eleita Parceira do Ano da AWS em 2026

    26 de junho de 2026

    Hospital faz caminhada por 300 transplantes renais

    26 de junho de 2026

    ArtFusão renova sua experiência com novo menu slow food

    26 de junho de 2026
    Facebook X (Twitter) Instagram YouTube WhatsApp
    FNT no Fato
    • AI/R Compass UOL é eleita Parceira do Ano da AWS em 2026
    • Hospital faz caminhada por 300 transplantes renais
    • ArtFusão renova sua experiência com novo menu slow food
    • ANEC é reconhecida por Congresso de Educação em Fortaleleza
    • Pantalica Partners viabiliza funding para torre Metropolis
    • HCJ investe mais de R$ 6 milhões em modernização
    • KAT Investimentos traz Rodrigo Zanettini como sócio de M&A
    • Empresas antecipam ações para o segundo semestre
    • Homem é preso com armas e munição em operação da Polícia Militar na zona rural
    • Green Card em xeque? Entenda quem realmente está em risco
    Portal FNTPortal FNT
    • Home
    • Cairo Still
    • Sem Travas
    • Local
    • Familia Verzola
    • Franca Cidadã
    • Mulher Q Empreende
    • Fato Esportivo
    • Porça News
    • Agora Franca
    • Intelecto Saber
    • +Colunas
      • Sociedade Organizada
      • HUMANARTE
      • Rádio FNT
      • Região
      • Viva Saudável
      • Edgar Ajax
      • Vitamina Podcast
      • Cultura
      • Brasil
      • Cultura
      • Tecnologia
      • Natureza Online
      • Still Audiovisuais
      • Uma Palavra de Fé
      • NOTÍCIAS CORPORATIVAS
    Portal FNTPortal FNT
    Início » Nova NR-1 exige combate a chefes tóxicos
    Notícias Corporativas

    Nova NR-1 exige combate a chefes tóxicos

    DINOBy DINO26 de junho de 2026
    Nova NR-1 exige combate a chefes tóxicos
    Nova NR-1 exige combate a chefes tóxicos

    A nova NR-1 entrou em vigor em 26 de maio cercada de manchetes, mas o que define se uma empresa será autuada começa agora. O Ministério do Trabalho e Emprego estabeleceu um período de cerca de 90 dias em que a fiscalização terá caráter prioritariamente orientativo, com foco em visitas e cobrança de adequação, janela que termina no fim de agosto e que funciona, na prática, como o último prazo para as organizações fazerem o que a maioria ainda não fez: tratar o comportamento das próprias lideranças como um risco ocupacional a ser identificado, documentado e controlado, nos mesmos moldes dos riscos físicos e químicos.

    Sobrecarga, metas inalcançáveis, assédio e relações interpessoais prejudiciais agora integram obrigatoriamente o Programa de Gerenciamento de Riscos e a forma como um gestor conduz sua equipe deixou de ser assunto restrito ao clima organizacional para se tornar matéria de inspeção e de prova judicial.

    Durante anos, empresas trataram lideranças tóxicas como um problema restrito ao clima organizacional, desconfortável, mas tolerável desde que os resultados fossem entregues. Agora, esse cenário começa a mudar. O avanço das discussões sobre saúde mental no trabalho e a atualização da NR-1 têm levado empresas a rever a forma como gestores conduzem equipes, pressionadas pelo aumento de afastamentos, alta rotatividade e risco crescente de judicialização.

    A mudança acontece em meio a um cenário de desgaste cada vez mais evidente dentro das organizações. Pesquisa da The Harris Poll, realizada com trabalhadores americanos em 2026, mostra que seis em cada dez profissionais afirmam ter atualmente um chefe com comportamentos considerados tóxicos. Entre os entrevistados, 47% disseram ter enfrentado aumento de estresse, burnout ou piora na saúde mental em razão da liderança direta, enquanto 35% afirmaram ter perdido bônus ou recompensas financeiras por conta desse ambiente.

    O levantamento também mostra que a toxicidade deixou de ser percebida apenas em situações extremas. Entre os comportamentos mais frequentes relatados estão microgestão excessiva, favoritismo, cobranças desproporcionais, falta de reconhecimento e gestores inacessíveis.

    Segundo o médico do trabalho Dr. Marco Aurélio Bussacarini, especialista em Medicina Ocupacional e CEO da Aventus Ocupacional, a liderança direta passou a ocupar uma posição crítica dentro das empresas porque ela define a experiência cotidiana do trabalhador.

    “O colaborador não experimenta a empresa pelo discurso institucional, mas pela atuação da sua liderança direta. É nesse nível que ele vivencia previsibilidade, reconhecimento e clareza ou pressão, insegurança e desgaste emocional”, afirma.

    Rotatividade, afastamentos e perda de produtividade

    Na avaliação do especialista, o principal erro das empresas foi tratar o problema como uma questão comportamental isolada, sem perceber os impactos operacionais e financeiros associados ao modelo de gestão.

    “Turnover elevado, absenteísmo, conflitos recorrentes e queda de desempenho muitas vezes são analisados separadamente, quando na prática podem ser manifestações de um mesmo problema estrutural ligado à forma como a liderança conduz o trabalho”, diz.

    Os reflexos começam a aparecer nos números das próprias empresas. Em um dos casos acompanhados pelo especialista, uma indústria registra rotatividade superior a 50% ao ano, exigindo praticamente a recomposição completa da força de trabalho em menos de dois anos. Em outro cenário, uma companhia com cerca de 460 funcionários convive diariamente com mais de 25 ausências, sendo parte delas relacionada a transtornos mentais classificados no CID “F”.

    A pressão constante no ambiente corporativo também tem afetado decisões de carreira. Segundo a pesquisa da Harris Poll, 53% dos trabalhadores que convivem com chefes tóxicos afirmam já ter trocado de emprego por causa da liderança, enquanto 61% dizem planejar deixar a empresa assim que o mercado de trabalho melhorar.

    Além do impacto sobre retenção de talentos, especialistas apontam que ambientes baseados em medo e urgência permanente reduzem segurança psicológica, comprometem inovação e aumentam falhas operacionais. O estudo da Harris Poll identificou ainda que 63% dos trabalhadores evitam denunciar comportamentos tóxicos por medo de serem vistos como “sensíveis demais” ou “não alinhados à equipe”.

    NR-1 amplia pressão sobre empresas

    Na prática, lideranças tóxicas costumam ser identificadas por comportamentos como cobrança pública de resultados, mudanças constantes sem alinhamento, metas inconsistentes, comunicação agressiva e ausência de critérios claros de avaliação.

    “O trabalhador entra em estado contínuo de alerta. Isso reduz a concentração, aumenta a probabilidade de erro e compromete a tomada de decisão”, afirma Bussacarini.

    O tema ganhou um novo peso após a atualização da NR-1, que amplia a exigência de identificação e gerenciamento de riscos psicossociais nas empresas. Na prática, organizações passam a ser cobradas não apenas por ações de bem-estar, mas pela capacidade de demonstrar tecnicamente como monitoram e controlam fatores ligados ao adoecimento emocional dos trabalhadores.

    Segundo Bussacarini, esse ponto muda a lógica da discussão dentro das empresas.

    “O problema deixa de ser interpretado apenas como comportamento pontual e passa a ser compreendido como um risco sistêmico, gerado pela forma como demandas, metas e relações são conduzidas”, afirma.

    A preocupação cresce também porque muitas empresas ainda não possuem processos estruturados para documentar esse tipo de risco.

    “Sem documentação técnica, a empresa entra em um processo trabalhista dependente de narrativa, e não de evidência”, diz o especialista.

    Empresas tentam rever modelo de gestão

    A pesquisa da Harris Poll indica que a toxicidade no trabalho está ligada à falta de preparo das lideranças: 7 em cada 10 trabalhadores já presenciaram comportamentos tóxicos agravados por falhas de treinamento, como falta de empatia, microgestão, feedbacks ruins e avaliações inconsistentes.

    O especialista, Bussacarini, aponta que empresas terão de equilibrar performance e segurança psicológica, com maior integração entre RH, jurídico, compliance e saúde ocupacional diante dos riscos psicossociais. O diferencial será comprovar ações e resultados.

    Economia NEGÓCIOS POLÍTICAS SAÚDE E BEM-ESTAR SOCIEDADE

    Related Posts

    AI/R Compass UOL é eleita Parceira do Ano da AWS em 2026

    26 de junho de 2026

    Hospital faz caminhada por 300 transplantes renais

    26 de junho de 2026

    ArtFusão renova sua experiência com novo menu slow food

    26 de junho de 2026
    -Clique e ouça
    Posts Recentes
    • AI/R Compass UOL é eleita Parceira do Ano da AWS em 2026
    • Hospital faz caminhada por 300 transplantes renais
    • ArtFusão renova sua experiência com novo menu slow food
    • ANEC é reconhecida por Congresso de Educação em Fortaleleza
    • Pantalica Partners viabiliza funding para torre Metropolis
    Sobre nós

    Sua fonte para as notícias de qualidade, sem tendências políticas e ideológicas, a verdade sem manipulação. “Jornalismo Raiz”.

    Aceitamos sugestões de pauta.

    Envie-nos um e-mail: jornalismo@fatonoato.com.br

    Facebook Instagram YouTube
    Fato no Insta e Face
    • Instagram
    • Facebook
    Veja Também
    Região

    Expass Agro 2026 abre suas portas e celebra 60 anos de tradição, inovação e fortalecimento do agronegócio

    By Repórter no Fato

    Passos recebe, entre os dias 24 e 27 de junho, a Expass Agro 2026, uma…

    APAE Franca realiza Dia de Copa com partidas temáticas e narração ao vivo

    24 de junho de 2026

    Há 195 anos, Cavalhadas mantêm viva a alma de Franca; espetáculo acontecerá nos dias 1º e 2 de agosto

    24 de junho de 2026

    URGENTE: Prazo final para editais da cultura se aproxima e Franca pode perder recursos Federais

    18 de junho de 2026
    Arquivos
    • junho 2026
    • maio 2026
    • abril 2026
    • março 2026
    • fevereiro 2026
    • janeiro 2026
    • dezembro 2025
    • novembro 2025
    • outubro 2025
    • setembro 2025
    • agosto 2025
    • julho 2025
    • junho 2025
    • maio 2025
    • abril 2025
    • março 2025
    • fevereiro 2025
    • janeiro 2025
    • dezembro 2024
    • novembro 2024
    • outubro 2024
    • setembro 2024
    • agosto 2024
    • julho 2024
    • junho 2024
    • maio 2024
    • abril 2024
    • março 2024
    • fevereiro 2024
    • janeiro 2024
    • dezembro 2023
    • novembro 2023
    • outubro 2023
    • setembro 2023
    • agosto 2023
    • julho 2023
    • junho 2023
    • maio 2023
    • abril 2023
    • março 2023
    • fevereiro 2023
    • janeiro 2023
    • dezembro 2022
    • novembro 2022
    • outubro 2022
    • setembro 2022
    • agosto 2022
    • julho 2022
    • junho 2022
    • maio 2022
    • abril 2022
    • março 2022
    • fevereiro 2022
    • janeiro 2022
    © 2026 ThemeSphere. Designed by Grupo Rádio Empresa Brasil.

    Type above and press Enter to search. Press Esc to cancel.