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Publicações em cirurgia plástica discutem o facelift associado a procedimentos complementares, como abordagem cervical profunda, enxertia de gordura, laser de erbium, blefaroplastia, lip lift, microfat e nanofat. Leandro Tomita, médico cirurgião plástico, CRM/SC 12154, RQE 16316, CEO do Instituto Libertà, contextualiza estudos sobre o tema e a importância da avaliação individualizada.

Viajar com segurança também exige planejamento da saúde. Especialistas orientam manter medicamentos de uso contínuo, verificar vacinas exigidas pelo destino, montar um kit básico de primeiros cuidados, hidratar-se durante voos e contratar seguro-viagem. Medidas simples ajudam a prevenir imprevistos e garantem mais tranquilidade para aproveitar o passeio.

Saúde vai muito além da ausência de doenças. Especialistas alertam que problemas como hipertensão, diabetes e obesidade podem evoluir sem sintomas por anos. Consultas preventivas e acompanhamento médico regular permitem diagnóstico precoce, fortalecem o vínculo entre paciente e profissional e aumentam as chances de prevenir complicações, promovendo mais qualidade e expectativa de vida.

Projeto que leva cultura e diversão para crianças em tratamento hospitalar chega ao ITACI — Instituto de Tratamento do Câncer Infantojuvenil. Atividades do AstraZeneca Viva a Cultura! acontecem de 20 a 24 de julho com oficinas artísticas e a presença do personagem Astro, um urso que vai levar pacientes para explorar o mistério do oceano.

Levantamento da ISAPS aponta o Brasil como líder mundial em cirurgias estéticas em 2024, com a lipoaspiração no topo do ranking nacional, seguida por aumento de mamas e abdominoplastia. O cirurgião plástico Fábio Selbach analisa a preferência por procedimentos de remodelação da silhueta e o peso das técnicas combinadas e de retração de pele nos resultados

A retinopatia diabética é uma complicação do diabetes que afeta os vasos sanguíneos da retina e está entre as principais causas de perda de visão em pessoas de 20 a 75 anos. Como pode evoluir sem sintomas nas fases iniciais, o diagnóstico precoce por meio de exames oftalmológicos periódicos é fundamental.

A Insuficiência cardíaca (IC) responde por 240 mil novos casos anuais e contabiliza mais de 2,2 milhões de internações entre 2014 e 2024, segundo dados do SUS. Entre os sintomas mais evidentes estão fadiga, falta de ar ao realizar esforços ou ao se deitar, inchaço nas pernas e tornozelos, tosse persistente, entre outros sinais. Embora seja mais frequente em pessoas acima dos 60 anos, essa doença também pode acometer adultos jovens.