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Autor: DINO
A norma exige o gerenciamento de riscos ocupacionais com medidas de prevenção, responsáveis, prazos e acompanhamento.
Setor de Saúde, Beleza e Bem‑Estar avançou 14,6% em 2025, atingindo faturamento de R$ 301,7 bi, segundo a ABF. No primeiro trimestre de 2026, o segmento registrou alta de 18%, gerando R$ 19,2 bi. Dentro desse cenário, duas redes franqueadas comandadas por mulheres – Hasegawa Studio de Beleza e Blow Escova Inteligente – apresentam estratégias de expansão distintas, mas ambas baseadas em padronização e foco no cliente.
Mercado global de incentivos e reconhecimento deve superar US$ 80 bilhões até 2030; especialista brasileiro analisa reflexo na escolha de brindes corporativos.
Representação de empresas em licitações cresce como alternativa para ampliar faturamento dos pequenos negócios
Marca mira alcançar R$ 250 milhões de faturamento em 2026, com oito churrascarias próprias
Recursos administrativos ganham destaque como ferramenta estratégica nas licitações públicas
Novas empresas buscam mais segurança para ingressar no mercado de licitações públicas
Com apenas 30 calorias, produto foi lançado para atender aos consumidores que buscam uma alimentação saudável de baixo teor calórico
O ORBX39 oferece exposição às empresas que impulsionam a comercialização da economia espacial por meio da B3
O varejo óptico entra no segundo semestre de 2026 com um desafio novo: usar as principais datas comerciais do ano não apenas para vender mais peças, mas para vender melhor. A preparação antecipada, o mix de produtos e a gestão orientada por dados separam quem cresce com qualidade de quem apenas reage.
Com a nova NR-1, que inclui riscos psicossociais no Gerenciamento de Riscos Ocupacionais, empresas brasileiras precisam adaptar processos de recursos humanos para lidar com assédio, discriminação e sobrecarga de trabalho. Pesquisa do Instituto Livre de Assédio e AAPSA indica que 74% das organizações ainda têm maturidade baixa na gestão desses riscos, destacando sobrecarga de trabalho (28%), falta de clareza de papéis (18%) e assédio (15%).
“Um mundo que enfrenta desafios ambientais, sociais e urbanos cada vez mais evidentes, responsabilidade deixou de ser discurso e passou a ser critério”, aponta projeto sustentável presente no Campeonato Mundial de Endurance, no Autódromo de Interlagos.
