Recuperando-se de complicações de pancreatite no Hospital Unimed de Ribeirão Preto, o monsenhor José Geraldo Segantin, de 66 anos, reitor do Santuário Diocesano Santo Antônio, de Franca, gravou uma mensagem agradecendo o apoio recebido de fiéis, amigos, familiares e da equipe médica nesta quarta-feira, 19.
Na mensagem, o padre, que está internado desde 9 de novembro após passar mal durante uma missa, enfatizou que quer falar sobre gratidão: ” Hoje não vou refletir sobre a Palavra de Deus do dia. Pelo contrário, quero trazer uma palavra que nasce do meu coração: gratidão.Gratidão pelas orações, pela amizade, pelos sacrifícios. Tenho recebido relatos de pessoas fazendo jejum, celebrações especiais, vigílias dos Anjos do Santíssimo Sacramento, orações particulares em tantos horários — até mesmo de madrugada, dentro da própria casa.Tudo isso me emociona profundamente”.
José Geraldo disse também que está progredindo muito bem em seu quadro de saúde.
“Hoje cedo, como de costume, fizeram a coleta de sangue às cinco da manhã. E, por volta das 7h30, 8h, o médico responsável pelo meu caso entrou no quarto e me atualizou sobre os exames. Ele está muito satisfeito com os resultados — e eu também. Graças a Deus, estou evoluindo muito bem”.
Primeiramente, o padre foi internado no Hospital São Joaquim/Unimed, em Franca. No dia 12 de novembro, ele foi transferido para Ribeirão Preto para ser acompanhado por um médico especialista.
VEJA A ÍNTEGRA DA MENSAGEM DE MONSENHOR JOSÉ GERALDO SEGANTIM:
Bom dia!
Hoje, véspera do feriado da Consciência Negra, estou aqui na UTI do Hospital Unimed, em Ribeirão Preto, mas senti uma grande vontade de falar um pouquinho com vocês.
Hoje não vou refletir sobre a Palavra de Deus do dia. Pelo contrário, quero trazer uma palavra que nasce do meu coração: gratidão.
Gratidão pelas orações, pela amizade, pelos sacrifícios. Tenho recebido relatos de pessoas fazendo jejum, celebrações especiais, vigílias dos Anjos do Santíssimo Sacramento, orações particulares em tantos horários — até mesmo de madrugada, dentro da própria casa.
Tudo isso me emociona profundamente.
Sou também muito grato pela tranquilidade, competência e dedicação da grande equipe que este hospital possui, especialmente aqui na UTI. Eles têm sido um verdadeiro instrumento da graça de Deus.
Posso dizer, com alegria, que estou progredindo muito bem.
Hoje cedo, como de costume, fizeram a coleta de sangue às cinco da manhã. E, por volta das 7h30, 8h, o médico responsável pelo meu caso entrou no quarto e me atualizou sobre os exames. Ele está muito satisfeito com os resultados — e eu também. Graças a Deus, estou evoluindo muito bem.
Peço que continuem rezando. Agradeço profundamente todo o carinho oracional de cada um, que expressa amizade, sinceridade e também valoriza a minha pessoa, o meu ministério e a nossa Igreja.
Vou tomar a liberdade de pedir o seguinte: ouçam essa mensagem com carinho.
Não precisam agradecer, porque nem sempre tenho forças para ler todas as mensagens — são inúmeras as que tenho recebido. Agradeço de coração, mas peço essa compreensão. Não é orgulho; é apenas um cuidado necessário nesse momento mais delicado que estou vivendo, para que eu não fique ansioso.
Sei que muitos pensam que estamos respondendo, mas, na verdade, não estou fazendo nada além de me concentrar na recuperação.
Se tudo der certo, amanhã continuamos.
Um grande abraço a todos.



