O interesse de famílias brasileiras por programas de High School no exterior tem registrado crescimento expressivo nos últimos anos. A busca por experiências internacionais ainda durante o Ensino Médio reflete uma estratégia de formação voltada para ampliar oportunidades acadêmicas e o desenvolvimento pessoal dos jovens.
Segundo o relatório <a rel=”follow” href=”https://opendoorsdata.org/fact_sheets/fast-facts/”>Open Doors 2025</a>, o Brasil aparece em 10º lugar no ranking dos países que mais enviam alunos para instituições de ensino nos Estados Unidos, com 17.277 estudantes. Já um levantamento da Associação Brasileira de Agências de Intercâmbio (Belta), divulgado pelo <a rel=”follow” href=”https://diariodefoz.com/intercambio-em-2026-cenario-internacional/”>Diário de Foz</a>, mostra que o Canadá concentra cerca de 31% dos estudantes brasileiros em intercâmbio, seguido pelos Estados Unidos, com aproximadamente 26%.
De acordo com Marina Jendiroba, diretora-executiva da Intercultural, <a rel=”follow” href=”https://www.intercultural.com.br/”>empresa que oferece programas de intercâmbio</a> em mais de 40 países, o aumento da procura pelo High School está diretamente ligado à valorização de experiências internacionais no currículo, vistas como diferencial acadêmico e profissional. "As famílias estão planejando mais cedo a formação dos filhos, com foco em universidades no exterior. Elas enxergam no programa uma forma de ampliar oportunidades futuras e desenvolver, além da maturidade, fluência em outros idiomas".
Além do aprendizado de um novo idioma, a executiva ressalta que os estudantes vivenciam transformações pessoais e comportamentais significativas durante o intercâmbio. "É comum que os jovens retornem ao Brasil mais autônomos e responsáveis, por aprenderem a lidar sozinhos com a rotina e decisões do dia a dia. Também se tornam mais confiantes e proativos, com maior facilidade de comunicação e adaptação a diferentes culturas", explica a executiva.
O <a rel=”follow” href=”https://intercambio.intercultural.com.br/estudar-high-school?utm_source=dino&utm_medium=assessoria&utm_campaign=high-school”>programa de High School internacional</a> permite que o estudante curse parte ou todo o Ensino Médio em uma escola no exterior, geralmente vivendo com uma família anfitriã ou em residência estudantil. A experiência proporciona imersão na rotina local e contato direto com diferentes culturas. "Os destinos mais procurados pelos brasileiros são principalmente Estados Unidos e Canadá, seguidos por países da Europa, como Irlanda, Inglaterra e Suíça, além de Austrália e Nova Zelândia, que se destacam pela qualidade de ensino e experiência cultural", detalha Marina Jendiroba.
A vivência internacional também contribui para a preparação de estudantes que pretendem ingressar em universidades de destaque, seja no Brasil ou no exterior. "Fazer High School no exterior ajuda a desenvolver autonomia, organização e responsabilidade. Também fortalece o pensamento crítico, a comunicação e a adaptação a diferentes métodos de ensino. Além disso, melhora o domínio do idioma e torna o estudante mais competitivo em processos seletivos", avalia a diretora da Intercultural.
Segundo ela, muitas famílias veem o intercâmbio como um investimento de longo prazo na formação dos filhos. "Antes de escolher um programa de High School no exterior, os pais devem avaliar a credibilidade da instituição, o suporte oferecido ao estudante e a qualidade das escolas parceiras. Também é importante considerar o destino, o sistema educacional, além do acompanhamento durante o intercâmbio. Outro ponto importante é analisar o perfil do aluno e o custo total do programa para garantir uma experiência segura e bem planejada", orienta.
Com mais de três décadas de atuação, a Intercultural registrou recorde de vendas do programa High School neste ano, refletindo o aumento do interesse de estudantes brasileiros por experiências educacionais internacionais. "A tendência da educação internacional é que, no futuro, ela se torne cada vez mais acessível e integrada aos currículos, com maior reconhecimento entre sistemas de ensino e expansão de programas bilíngues", observa a especialista.
"Além disso, as experiências no exterior devem ganhar ainda mais relevância na formação dos jovens, por desenvolverem competências globais como autonomia, pensamento crítico e adaptabilidade. Esse movimento impacta diretamente a preparação das novas gerações para universidades de destaque e para um mercado de trabalho cada vez mais internacionalizado", conclui Marina Jendiroba.
Para saber mais, basta acessar: <a rel=”follow” href=”https://www.intercultural.com.br/programa-high-school/”>https://www.intercultural.com.br/programa-high-school/</a>



