É revoltante perceber que, em nossa cidade, grandes redes de farmácias parecem priorizar o lucro em detrimento do direito básico da população à saúde. Crescem os relatos de pessoas que buscam medicamentos pelo programa Farmácia Popular e recebem sempre a mesma resposta: “o sistema está fora do ar”. Mas até quando essa justificativa vai colar? Funcionários, muitas vezes sem alternativa, deixam claro que a orientação é vender — e não atender pelo programa. Isso empurra quem mais precisa a pagar por medicamentos que deveriam ser acessíveis ou gratuitos. Não se trata de favor, mas de um direito garantido. Alô, rede amarela: o povo está de olho. O francano merece respeito. Negar acesso à saúde é desumano — e isso não será ignorado.



