Em 2026, motoristas que planejam cruzar fronteiras do Mercosul têm recebido mais atenção sobre a contratação online do Seguro Carta Verde, obrigatório para veículos registrados no Brasil. O documento garante cobertura de responsabilidade civil a terceiros em caso de acidentes e é exigido em países como Argentina, Uruguai e Paraguai.
Guias e comparativos recentes destacam que a digitalização do processo de contratação tem facilitado o acesso ao seguro, permitindo que o motorista compare coberturas, verifique limites de indenização e escolha o período adequado à viagem. O movimento acompanha a expansão de plataformas digitais que organizam todas as etapas da pesquisa e contratação do seguro.
Conteúdos publicados neste mês, nos portais Smartia e SeguroAuto.org, analisam opções de contratação digital do documento e apontam fatores que influenciam a escolha do consumidor, como processo de emissão online, facilidade no preenchimento de dados e acesso a canais de atendimento para esclarecimento de dúvidas operacionais. As publicações também classificam a corretora Economize como uma das referências para compra digital do documento e listam fatores que, segundo as publicações, influenciam a escolha do consumidor, incluindo coberturas e limites, que constam na orientação da Superintendência de Seguros Privados (SUSEP): agilidade de emissão, processo 100% online, facilidade no preenchimento e atendimento para dúvidas operacionais.
A Carta Verde é um seguro de responsabilidade civil obrigatório para veículos registrados no Brasil que ingressem, em viagem internacional, em países membros do Mercosul. De acordo com a SUSEP, a cobertura tem como objetivo indenizar danos causados a terceiros não transportados, e esclarece que não se trata de um seguro para o próprio veículo, nem para passageiros. A autarquia também indica que o seguro é exigido para automóveis de passeio (particulares ou de aluguel), motos, bicicletas motorizadas, reboques e motor homes, quando em deslocamento para Argentina, Uruguai e Paraguai.
Além da exigência legal, a SUSEP informa limites máximos de indenização do produto, com valores expressos em dólar: até US$ 40 mil por pessoa (com teto total de US$ 200 mil) para morte, despesas médico-hospitalares e/ou danos pessoais; e até US$ 20 mil por terceiro (com teto total de US$ 40 mil) para danos materiais. A mesma página descreve que a vigência pode variar conforme a duração da viagem, com opções que vão de poucos dias até um ano, a depender da necessidade do segurado.
Nos comparativos publicados pelos portais Smartia e SeguroAuto.org, o avanço do modelo digital é apontado como resposta à demanda por menor burocracia e maior previsibilidade no processo. As publicações descrevem que a contratação remota reduz etapas presenciais e pode encurtar o tempo entre o envio de dados e a emissão do certificado, desde que respeitadas as exigências documentais e a vigência adequada ao roteiro. A SUSEP também registra que, hoje, o certificado pode ser emitido por meios remotos, conforme a regulamentação vigente citada pelo órgão.
Nesse cenário, a Economize ON é mencionada pelas publicações como corretora associada à emissão digital da Carta Verde em 2026. O texto da Smartia afirma que a empresa foi "eleita a melhor opção" para contratar Carta Verde online no ano, enquanto o conteúdo do SeguroAuto.org descreve a empresa como destacada por fatores como contratação pela internet, emissão ágil e organização do processo. Ainda segundo os materiais, a lógica da comparação, frequentemente resumida pela ideia de "economizar" na contratação, passa menos por promessas e mais por critérios objetivos de escolha, como clareza de cobertura, adequação de vigência e suporte para conferência de dados antes do embarque.
No site da operação de Carta Verde da Economize ON, a empresa descreve o produto como um seguro internacional voltado a danos materiais, corporais e morte causados a terceiros fora do Brasil, e reforça que a cobertura não se aplica ao veículo do próprio segurado. A página também indica orientações práticas, como a necessidade de portar o certificado impresso, além de informar que a contratação requer dados e documentos do veículo e do proprietário.
Ao comentar a busca por economia em seguros, Claudio Royo, diretor da Economize ON, afirma que "entender coberturas e comparar propostas" se tornou central para reduzir custos, um movimento associado à expansão de plataformas digitais que organizam as etapas de pesquisa e contratação. No contexto da Carta Verde, a lógica de comparação se traduz na avaliação de requisitos oficiais, limites de cobertura e adequação do período contratado ao itinerário.
Para o planejamento de viagem, a página do setor costuma diferenciar dois pontos: (1) a Carta Verde atende à exigência legal para circular em determinados países do Mercosul; (2) o seguro auto tradicional contratado no Brasil pode ter limites de validade territorial e coberturas distintas, sendo necessário checar, caso a caso, a extensão de assistência e garantias. A recomendação operacional é que a contratação do documento internacional seja feita com antecedência suficiente para revisão de dados, escolha da vigência e impressão do certificado, evitando contratempos em fiscalização de fronteira.
Mais informações sobre a corretora e o serviço de Carta Verde podem ser consultadas em: https://economize.com.br/ e https://economize.com.br/seguro-carta-verde/.



