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    Grant Thornton orienta sobre adaptação ao IFRS S1 e S2

    DINOBy DINO16 de julho de 2025
    Grant Thornton orienta sobre adaptação ao IFRS S1 e S2
    Grant Thornton orienta sobre adaptação ao IFRS S1 e S2

    A partir de 2026, empresas brasileiras passam a enfrentar novas exigências regulatórias para divulgar informações de sustentabilidade com a mesma celeridade e rigor dos relatórios financeiros. As normas IFRS S1 e S2, emitidas pelo International Sustainability Standards Board (ISSB), já foram incorporadas à regulação brasileira por meio das Resoluções CVM nº 193, 217, 218 e 227 e se aplicam a companhias listadas na B3 e demais entidades reguladas pela CVM, incluindo fundos de investimento e companhias securitizadoras.

    Segundo a última edição do International Business Report (IBR), pesquisa conduzida pela Grant Thornton, uma das maiores empresas de auditoria e consultoria do mundo, 70% das companhias brasileiras afirmaram intenção de investir em práticas ESG. A pesquisa ouviu 4 mil empresários de 31 países.

    “O Brasil foi um dos primeiros países a adotar as normas do ISSB, o que pode posicionar o mercado nacional como referência internacional. As empresas estão se movimentando, mas o desafio de integração ainda é grande”, afirma Glória Lucena, sócia de ESG e Due Diligence da Grant Thornton Brasil.

    A executiva lista os principais impactos dos padrões IFRS S1 e S2:

    • O IFRS S1 exige o reporte de riscos e oportunidades de sustentabilidade que impactem a saúde financeira da empresa — como valuation, acesso a crédito e custo de capital;
    • O IFRS S2 foca nos riscos e oportunidades relacionados ao clima, planos que a entidade pode ter para fazer a transição para uma economia de baixo carbono e demanda a mensuração e divulgação das emissões de gases de efeito estufa (GEE) nos três escopos:
      • Escopo 1: emissões diretas da própria operação da empresa (como uso de combustíveis em veículos ou caldeiras);
      • Escopo 2: emissões indiretas associadas ao consumo de energia elétrica comprada;
      • Escopo 3: outras emissões indiretas da cadeia de valor, como transporte de insumos, viagens de negócios e uso de produtos vendidos.
    • As informações devem ser divulgadas simultaneamente aos demonstrativos financeiros (com exceção do primeiro ano de reporte, que permite a divulgação junto ao FRE);
    • O reporte passa a ser responsabilidade dos contadores e exige que as informações contidas no relatório sejam asseguradas de forma razoável por auditores externos. 


    Transição climática como primeiro passo

    De acordo com as diretrizes do ISSB, no primeiro ano de adoção obrigatória, as empresas poderão adotar o chamado climate-first approach, focando inicialmente em divulgações somente climáticas conforme o IFRS S2. Isso não exime a organização do cumprimento geral do IFRS S1, mas limita sua aplicação somente aos requisitos relacionados ao clima no primeiro ano. É uma oportunidade para conhecer os conceitos, integrar a cadeia de valor e se preparar para o escopo completo das exigências futuras.

    Dicas práticas da Grant Thornton para uma transição eficaz:

    1. Estruturar um framework próprio de reporte, alinhado ao TCFD: basear seu planejamento nos quatro pilares: governança, estratégia, gestão de riscos, métricas e metas.
    2. Realizar um diagnóstico de aderência às normas IFRS S1 e S2: para checar o nível de atendimento das informações, processos e controles internos atuais aos requisitos das normas.
    3. Determinar a materialidade financeira: com base nos critérios e histórico de resultados da Companhia e diretrizes de conclusão financeira, definir a materialidade que vai embasar a avaliação de riscos e oportunidade de sustentabilidade e clima. 
    4. Definir riscos e oportunidades materiais: priorizar os riscos e oportunidades com base na materialidade definida e integrar a gestão de riscos e oportunidades de sustentabilidade e clima na visão corporativa da Companhia.
    5. Treinar sua equipe e promover a integração entre áreas: os requerimentos exigem uma visão integrada e transversal dos processos relacionados à sustentabilidade e clima, exigindo alinhamento entre áreas como finanças, contabilidade, sustentabilidade, gestão de riscos, controles internos e TI.
    6. Aproveitar os mecanismos de julgamentos e incertezas e de proporcionalidade: as normas preveem divulgar informações com base em dados “razoáveis e sustentáveis disponíveis”, e permitem que empresas de diferentes tamanhos e contextos apliquem a norma de forma flexível, considerando suas capacidades e recursos.
    7. Começar pelo clima, mas preparar-se para ir além: empresas podem aplicar inicialmente somente os requisitos climáticos, conforme o IFRS S2, mas devem se planejar para reportar sobre riscos e oportunidades mais amplos em sustentabilidade, como questões envolvendo biodiversidade e capital humano.

    “Há um grande desafio, especialmente para companhias de médio porte, em mapear riscos climáticos, mensurar efeitos financeiros e formalizar processos. Por outro lado, essa jornada pode ser um diferencial competitivo para atrair investidores e acessar novos mercados”, reforça Glória.

    Economia EMPREENDEDORISMO MEIO AMBIENTE NEGÓCIOS Sustentabilidade

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